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Concurso público: você quer fazer por vocação ou necessidade?

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Vocação. Esta é uma palavra que gera um desconforto imenso em qualquer pessoa quando pronunciada. Pelo menos para a grande maioria. Muitas pessoas passam pela vida sem descobrir qual sua verdadeira vocação.

E o que seria vocação? Talento especial que um sujeito possui para desempenhar determinada atividade, é uma de suas várias definições. O dicionário Houaiss conceitua vocação como: tendência ou inclinação natural que direciona alguém para uma profissão específica, para desempenhar determinada função, para um trabalho etc: vocação literária.

Esse questionamento surge em nossas mentes em diversas fases da vida, mas piora muito em dois momentos: antes da escolha de um curso de graduação, quando a pessoa não tem a menor ideia de seu dom ou inclinação, e ao final, após a formatura, que, ao meu ver, é a pior delas.

E por qual razão? Muitos concluem a graduação e descobrem que não tem a menor vocação para trabalhar na área do curso escolhido. Outros sequer chegam a ingressar em uma universidade por medo de perder longos anos e ao final descobrir que não era o que desejava.

Em razão disso, muitos passam a deixar de lado a necessidade de descobrir qual sua verdadeira vocação e a investir em outro objetivo de uma forma mais imediatista: concursos públicos. Estarei sendo redundante em elencar quais os motivos, mas estabilidade, bom salário, plano de carreira, possibilidade de uma boa aposentadoria é que o atrai os concurseiros, enquanto que a vocação deixa de ter relevância.

Isso é um erro! Em qualquer trabalho ou função que a pessoa venha a desempenhar, deve executá-la com um mínimo de prazer e satisfação. E por que digo isso?

Não são raros os casos de servidores públicos que após trabalharem alguns anos, passam a adquirir diversas doenças psicológicas como síndrome do pânico e depressão em razão da imensa insatisfação pessoal no trabalho. Ou seja, antes, atraídos por um bom salário e a possibilidade de uma boa aposentadoria, o servidor sequer pensou em quais tarefas iria desempenhar e se estas lhe trariam alguma realização pessoal.

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Escolha um trabalho que você ame e não terá de trabalhar um único dia de sua vida.” (Confúcio)

E este é o ponto! Uma pessoa almeja um cargo apenas pelas vantagens que oferece e se esquece de mensurar se existe alguma afinidade ou talento para desempenhar tal função. Ou seja, uma pessoa que nunca gostou de matemática, tem verdadeira aversão por cálculos aritméticos, presta concursos para auditor da receita federal ou para o tribunal de contas, ou uma pessoa que não suporta lidar com gente, opta pelo serviço público. O resultado é óbvio: frustração!

E aqui chegamos a mais importante questão. Qual é seu objetivo, se tornar um servidor público por vocação ou apenas por necessidade?

Se a resposta for esta última opção, e você tem a capacidade de lidar com qualquer situação, mesmo que insatisfeito, apenas para se manter financeiramente, a leitura deste texto se torna desnecessária. A não ser que você tenha uma estratégia e pretenda posteriormente alçar voos maiores.

Mas, se sua resposta for a primeira, meu jovem, é hora de começar a refletir e buscar maiores informações sobre o cargo que você almeja.

Óbvio que estarei sendo hipócrita se disser que as vantagens de uma cargo público não são atraentes ou até mesmo fundamental. Claro que são! Mas a questão não é esta. A pergunta é: você está preparado para desempenhar as funções inerentes ao cargo que escolheu?

Se não, procure saber. Busque ao máximo informações sobre como o trabalho é desempenhado, quais atribuições, tente saber mais sobre o plano de carreira e veja se tudo aquilo que você descobriu atende suas expectativas para que, futuramente, você não acabe frustrado, ou pior, doente e tendo que voltar ao status de concurseiro.

Reflitam.

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Categoria: Dicas

Começando do começo: como escolher o melhor concurso público para você?

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O que você quer ser quando crescer? Quem nunca ouviu essa pergunta? Geralmente ela começa a ser feita quando temos 5 ou 6 anos de idade e é repetida por um longo tempo depois.

O pior é estarmos formados e entrarmos naquela fase da vida em que nos tornamos “concurseiros” -aquele ser que rala horrores mas não ganha um tostão para isto.

Ninguém sonha em ser concurseiro (até porque ser concurseiro, em que pese a relação direta com trabalho e esforço intelectual, não é emprego e ninguém o quer ser por muito tempo) como também nunca vi alguém dizer quando criança que gostaria de ser técnico ou analista judiciário, por exemplo.

Mas aqui chegamos a um outro ponto, vinculado ao fato de que, após a formatura (ou mesmo ainda na faculdade) a realidade do mundo adulto e do mercado de trabalho se faz presente e as escolhas são bem mais racionais e maduras.

Ser um analista judiciário hoje, por exemplo, não é pouca coisa. Ao contrário, há a perspectiva de uma boa remuneração, não raro superando os vencimentos de um delegado (cargo com maior status) em várias unidades da federação por conta de funções comissionadas.

E isso só como exemplo, pois ser hoje um procurador da União ou de Estado, magistrado ou promotor está no rol dos sonhos mais dourados dos concurseiros, ao menos da área jurídica.

E daqui começamos com a primeira e elementar pergunta: qual concurso fazer?

Desta pergunta vem a primeira reflexão séria sobre estratégia. Sim! Estratégia mesmo, pois a escolha não só vai influenciar TODO o processo de preparação como também vai responder, ao menos em parte, a pergunta primeira: “o que você quer ser quando crescer?”  A sua vida, a partir desta escolha, será formatada por ela. Ou seja: seus sonhos de consumo, estabilidade, viagens, família e mais um longo et cetera derivará desta escolha.

Não é uma escolha qualquer! E não sendo, precisa ser pensada com muita calma.

De plano já dou 3 relevantes elementos a serem ponderados:

1 – A escolha do concurso, e o consequente emprego de esforços para superá-lo, fará a diferença entre o concurseiro que atira para todo lado e o concurseiro com objetivo;

2 – O alvo pretendido pode ser a escada para um outro alvo, mais acima dentro das ambições do concurseiro, mas que por agora precisa obter para si algum grau de independência;

3 – A escolha errada pode frustrar os sonhos e limitar a carreira – para sempre, influenciando em todos os aspectos da vida do então concurseiro, seja limitando-o profissionalmente ou mesmo de uma forma em que ele NUNCA passe no concurso sonhado.

Três motivos significativos, não são?

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Vamos ver o porquê disto.

Grau de dificuldade do alvo

Quando falo em grau de dificuldade e um concurso público falo em dois aspectos basilares. O primeiro é a dificuldade do processo seletivo em si, ou seja, o quanto de conhecimento e raciocínio sobre este conhecimento são necessários e o nível da concorrência. Esses são os elementos centrais daquilo que se pode entender por dificuldade.

Pergunta simples: há diferença entre o concurso para técnico judiciário e magistrado? A resposta é óbvia, e a proporção da diferença entre o nível e profundidade dos conhecimentos exigidos estão na proporção da dificuldade e responsabilidade exigidos entre as duas funções e o número de vagas disponíveis entre uma e outra função. Nem é preciso dizer que existem mais técnicos judiciários do que magistrados no país.

Essas distinções encontram um direto reflexo nos respectivos processos seletivos, e devem gerar algumas observações, tomando a hipótese acima como exemplo:

1 – O futuro concurseiro tem noção de suas reais potencialidades?

2 – Tem ciência do quanto precisa aprender e disposição para tal, envolvendo aqui tempo, dinheiro e esforço para ser aprovado?

3 – Sabe aonde quer chegar?

Vamos ser honestos: nós sabemos que nem todo candidato reúne as condições necessárias para ser aprovado, seja porque lhe falta força de vontade e persistência para tanto, seja porque teve uma base educacional precária, e isso se revela na hora de adquirir mais conhecimento a ser constituído sobre essa base prévia, ou as demandas imediatas da vida, como ter de se sustentar ou a sua família lhe rouba tempo e energia para dedicar aos estudos, ou porque não tem puramente a inteligência necessária para atingir a meta pretendida (falo em inteligência valendo-me de um conceito muito genérico em função de sequer existir um conceito pleno quanto ao que é inteligência).

Muitos atribuem aos concursos públicos o apodo de “guerra”. Não é uma guerra, não considerando a disputa entre os candidatos em si, e sim disputa interna do candidato. Um embate dele consigo mesmo para atingir o patamar da aprovação.

E aqui entre o conceito de concorrência.

Poderíamos dizer que concorrência, em concursos públicos, nada mais é do que a demanda de um determinado número de candidatos, atuando de forma totalmente independente, por um determinado número de vagas, cada qual utilizando de diferentes instrumentos de preparação para atingir um objetivo em comum: a vaga ofertada pelo Poder Público.

A concorrência pode ser negativa, quando há mais vagas do que candidatos (então seria necessário aos candidatos atingirem uma pontuação pré-determinada pelo edital Como necessária para o preenchimento da vaga), ou positiva, quando há mais candidatos do que vagas, e aqui a pontuação necessária é maior do que a determinada pelo edital, pois o conjunto de candidatos eleva a pontuação necessária para a aprovação.

Na minha visão a concorrência não é direta, e sim reflexa. Reflexa porque o conjunto de candidatos estabelece tão somente o PATAMAR de conhecimento necessário para se lograr a aprovação, e não necessariamente uma disputa direta vaga por vaga.

Essa percepção é verdadeira?

Muitos podem discordar, e teriam, sem dúvida, bons argumentos para tanto. Afinal, a concorrência é algo real. Trata-se tão somente de uma percepção.

De uma forma ou de outra, a solução para superar a concorrência NUNCA é externa. Não há um embate real, nem mesmo em um plano intelectual. A concorrência apenas delimita o patamar a ser atingido NO PROCESSO SELETIVO, e conseguir alcançar tal patamar é algo que depende exclusivamente do candidato.

Essa é uma visão mais confortável, pois retira em parte a pressão criada pelo concurso, e faz o candidato se importar única e exclusivamente com ele mesmo. Não é preciso pensar nos outros, e sim no quanto ele mesmo precisa aprender.

E quando a solução está nas próprias mãos, é mais fácil providenciar uma solução.

Só a título ilustrativo poderíamos falar rapidamente do recente concurso para juiz de Direito ocorrido na Bahia, no qual NENHUM candidato conseguiu passar da terceira etapa de uma seleção com cinco fases:

“”Após a primeira prova, em dezembro de 2012, sobraram 300 pessoas para a segunda etapa. Na terceira etapa, quando apenas 61 pessoas concorriam, a prova exigia a redação de uma sentença sobre prazos processuais e incorporação de gratificações. A nota mínima exigida era seis, mas nenhum candidato conseguiu mais do que cinco, segundo o Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT-5).

Danilo Gaspar foi um dos candidatos que fizeram a prova. Com cinco anos de formatura, o advogado afirma que até agora não entendeu a eliminação de todos os concorrentes.

“A prova de sentença é uma prova muito grande, muito complexa e que só pode ser feita a mão, em um prazo de quatro horas. Dentro desse contexto, espera-se também que a correção leve em conta todos esses fatores”, defende o candidato.

O concurso para juiz do Trabalho pretendia preencher nove vagas que existem na Bahia para reforçar a demanda dos cerca de 1.500 processos que dão entrada todos os anos na Justiça pelo estado.

O salário inicial de um juiz trabalhista chega a R$ 14 mil, sem gratificações. Andrea Presa,  presidente da Associação dos Juízes do Trabalho (Amatra-5), reagiu com naturalidade ao resultado e citou possíveis soluções para a falta de juízes.

“Se esse resultado se confirmar, o Tribunal poderá abrir edital de remoção para que outros magistrados de outras regiões venham para suprir e abrir um outro edital desse concurso”, relatou.

Taíse Bandeira, presidente da comissão de concursos da Ordem dos Advogados do Brasil na Bahia (OAB-BA), aponta que os candidatos reprovados podem tentar reverter o resultado das provas na Justiça comum e que muitos deles já enviaram documento para a entidade  reclamando da dificuldade da prova.

“A reclamação era dizendo que o espelho da prova não era condizente que uma pessoa que estava pleiteando o cargo de juiz, que aquilo era uma avaliação inicial”. Segundo ela, a OAB teve um representante que acompanhou e corrigiu a prova, que estaria condizente com o cargo pleiteado pelos candidatos.

Fonte: G1

Pergunta: os candidatos perderam para os concorrentes ou perderam para a banca? Ou melhor – não teriam perdido para si mesmos?

Claro que isso não se aplicaria a todos os concursos, mas é muito melhor, como afirmei antes, se preocupar consigo mesmo do que com os outros.

Então aqui nós temos, em seus termos mais basilares, a delimitação do grau de dificuldade a ser enfrentado. Dessa conceituação o futuro concurseiro deve refletir: qual a melhor escolha agora?

Estamos falando de um projeto de médio ou longo prazo? Concursos em que exigem um curto prazo de estudos ou não existem ou não são exatamente adequados para as pretensões de um concurseiro da área jurídica com um diploma na mão.

A melhor escolha envolve duas reflexões extras, além daquele que envolve a dificuldade em si. Quais sejam: quanto se deseja receber em termos de remuneração e qual o projeto de vida pessoal envolvido na escolha do respectivo ofício.

Vamos dar uma olhada na média salarial praticada em uma série de concursos públicos. Antes faço uma ressalva: não são valores exatos. A realidade varia em conformidade com a realidade das diferentes unidades e poderes da federação:

Técnico Judiciário: +/- 4 mil reais iniciais

Analista judiciário: = +/- 7 mil reais iniciais

Procurador de município: depende do município. Vai de 980 até 10 mil reais.

Procurador de Estado: talvez o melhor concurso público do país. Na maioria dos casos, também pode advogar. Salários a partir de 14 mil reais.

Procurador Federal:  salário de 15 mil reais

Magistratura estadual: entre 10 e 16 mil reais

Magistratura Federal: 23 mil reais

Promotor de Justiça: de 12 a 20 mil reais.

Procurador da República: o concurso público mais difícil do país. Vencimentos de 24 mil reais.

Qual o melhor concurso? O que paga melhor? O que dá mais prestígio? O que tem a menor carga de trabalho? O que permite, naquele momento, dar uma segurança financeira para se projetar o próximo passo?

Sim! A ambição precisa se adequar a uma estratégia e às circunstâncias pessoais do concurseiro.

Hoje o objetivo pode ser um, amanhã, outro, quando uma determinada segurança for obtida.

Este texto tem uma finalidade clara: provocar a reflexão. A partir daqui um “mapa do caminho” precisa ser traçado, de preferência contendo objetivos claros e, acima de tudo, factíveis, levando em conta os sonhos e as condições pessoais de vida do candidato.

É o primeiro passo a ser tomado, e, tirando a força de vontade para aprender, o mais significativo.

Reflitam!

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Categoria: Concursos no horizonte

ANTT aguarda autorização para abertura de novo concurso público com 670 vagas

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A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) confirmou que tem intenção de lançar um novo concurso público ainda este ano para reforçar o quadro de pessoal com mais de 670 novos servidores. No entanto, a autarquia depende ainda da autorização do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) para dar continuidade nos preparativos. Com a aprovação da Lei Orçamentária Anual de 2015 no último dia 17, a expectativa é que em breve seja dado sinal verde para realização do certame.

Para a ANTT, as melhorias necessárias nos serviços de transporte terrestre prestados no país somente serão possíveis com a ampliação do número de servidores e reforço do quadro técnico da agência.

Caso o concurso seja aprovado, a ANTT pretende ofertar 650 vagas, sendo 45 para o cargo de Técnico Administrativo, 41 para Analista Administrativo, 281 para Técnico em Regulação de Serviços de Transportes Terrestres e 303 para Especialista em Regulação de Serviços de Transportes Terrestres.

O Departamento de Comunicação da agência não informou ainda quais regiões serão contempladas com o novo certame, no entanto, é possível que as lotações sejam para diversos estados, principalmente para aqueles abrangidos na seleção de 2008 mais os que não estiveram no último concurso realizado em 2013.

Para concorrer ao cargo de Técnico Administrativo e Técnico em Regulação, o candidato deverá possuir, dentre outros requisitos, certificado de conclusão do ensino médio. Já para os cargos de Analista e Especialista em Regulação, será exigido graduação de ensino superior na área referente ao cargo pretendido.

As remunerações iniciais atualmente são de R$5.418,25 para o cargo de Técnico Administrativo, R$5.674,25 para Técnico em Regulação, R$10.543,90 para analista e R$11.403,90 para especialista. Todos os cargos recebem ainda um auxílio-alimentação no valor de R$373,00.

Último concurso

O último concurso realizado pela agência foi no ano de 2013 para provimento de 135 vagas para os cargos de Analista Administrativo, Especialista em Regulação de Serviços de Transportes Terrestres, Técnico Administrativo e de Técnico em Regulação de Serviços de Transportes Terrestres. O Centro de Seleção e Promoção de Eventos (CESPE/UnB) foi a organizadora responsável pelo certame.

Breve análise do edital anterior

Todos os candidatos foram avaliados por meio de uma prova objetiva e uma prova subjetiva que consistia na elaboração de uma redação de texto dissertativo. A prova objetiva foi composta por 120 questões, sendo 50 de conhecimentos básicos e 70 de conhecimentos específicos, que deveriam ser julgadas como CERTA ou ERRADA pelo examinando, padrão habitualmente usado pelo Cespe.

Os candidatos aos cargos de Analista Administrativo e Especialista em Regulação foram ainda submetidos à prova de títulos e curso de formação apenas para o cargo de Especialista.

Confiram abaixo o conteúdo programático dividido por cargos:

Especialista em Regulação

Conhecimentos Básicos:

Língua Portuguesa; Noções de Direito Administrativo e Constitucional; Ética no Serviço Público; Agências Reguladoras; Defesa da Concorrência; Legislação Aplicada à Regulação de Transportes Terrestres.

Conhecimentos Específicos:

Contabilidade Geral; Contabilidade Aplicada ao Setor Público; Direito Econômico; Direito do Consumidor; Controle da Administração Pública; Legislação Específica de Transporte Terrestre; Economia; Economia da Regulação; Engenharia Ambiental e Florestal; Engenharia Civil (com ênfase em Infraestrutura); Infraestrutura Rodoviária e Ferroviária; Engenharia Civil (com ênfase em Transportes); Noções de Gerenciamento de Projetos; Noções de Estatística; Logística; Qualidade e Produtividade em Transportes; Transporte Rodoviário no Brasil; Fiscalização no Âmbito da ANTT; Estatística e Econometria.

Analista Administrativo

Conhecimentos Básicos:

Língua Portuguesa; Raciocínio Lógico; Noções de Direito Administrativo; Noções de Direito Constitucional; Ética no Serviço Público; Noções de Administração Pública; Atualidades; Legislação Aplicada à Regulação de Transportes Terrestres.

Conhecimentos específicos:

Administração Geral; Administração Orçamentária e Financeira e Orçamento Público; Administração de Recursos Materiais; Ouvidoria; Biblioteconomia; Ciência Política ; Finanças Públicas e Tributação; Contabilidade Aplicada ao Setor Público; Comunicação Social; Relações Públicas; Direito Administrativo; Direito Financeiro; Direito Constitucional; Direito Civil; Controle da Administração Pública; Tecnologia da Informação (Desenvolvimento de Sistemas de Informação); Tecnologia da Informação (Infraestrutura De TI).

Cargos de nível intermediário

Conhecimentos Básicos para Técnico Administrativo e Técnico em Regulação de Serviços de Transportes Terrestres:

Língua Portuguesa; Noções de Direito Administrativo; Noções de Direito Constitucional; Noções de Informática; Raciocínio Lógico; Ética no Serviço Público.

Conhecimentos específicos para Técnico em Regulação de Serviços de Transportes Terrestres:

Agências Reguladoras; Noções de Direito do Consumidor; Legislação Aplicada à Regulação em Transportes Terrestres; Fiscalização no Âmbito da ANTT.

Conhecimentos Específicos para Técnico Administrativo:

Noções de Administração; Noções de Administração Financeira e Orçamentária Pública; Noções de Contabilidade Governamental; Legislação Aplicada à Regulação em Transportes Terrestres.

Para visualizar o edital do concurso anterior na íntegra, clique aqui.

Com informações da Folha Dirigida

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Categoria: Editais

Publicado o edital do concurso para juiz federal do TRF da 1ª Região com 228 vagas!

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Como anunciado hoje pela manhã, o edital de abertura do novo concurso público do Tribunal Regional Federal da 1ª Região foi publicado. Ao todo, serão 228 vagas para o cargo de Juiz Federal Substituto com remuneração inicial de R$23.997,19. O Centro de Seleção e Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (CESPE/UnB) é a organizadora responsável pela realização do certame.

Para acessar o edital de abertura, clique aqui.

Para concorrer ao cargo, o candidato deverá ser bacharel em direito há 3 anos, no mínimo, com diploma fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC) e ter, na ocasião da inscrição definitiva, três anos de atividade jurídica, exercida após a obtenção do grau de bacharel em Direito.

Inscrições

As inscrições deverão ser efetuadas exclusivamente pelo site da organizadora no período entre às 10 horas do dia 30 de março de 2015 e 23 horas e 59 minutos do dia 28 de abril de 2015.

O valor da taxa de inscrição é de R$239,00 a qual deverá ser recolhida por meio de GRU – Guia de Recolhimento da União, em qualquer banco, lotérica ou agência dos correios até o dia 29 de abril de 2015.

Provas

O concurso será dividido em cinco etapas da seguinte forma:

Primeira etapa – inscrição preliminar, de caráter eliminatório, e prova objetiva seletiva, de caráter eliminatório e classificatório.

Segunda etapa – duas provas escritas, de caráter eliminatório e classificatório, elaboradas e corrigidas pela Comissão de Concurso e diagramadas, impressas e aplicadas pela organizadora, sendo: uma prova escrita discursiva constituída de uma dissertação e duas questões, ou de quatro questões, a critério da Comissão de Concurso; e uma prova escrita constituída da lavratura de duas sentenças, em dias sucessivos, uma de natureza cível (1ª parte) e uma de natureza penal (2ª parte).

Terceira etapa – de responsabilidade da Comissão de Concurso, com as seguintes fases, de caráter eliminatório: inscrição definitiva; sindicância da vida pregressa e investigação social; exame de sanidade física e mental; exame psicotécnico.

Quarta etapa – prova oral, de responsabilidade da Comissão de Concurso, de caráter eliminatório e classificatório;

Quinta etapa – avaliação de títulos, de caráter classificatório.

A prova objetiva será composta por três blocos, totalizando 100 questões que versarão sobre as seguintes disciplinas:

Bloco I (40 questões): Direito Constitucional, Direito Previdenciário, Direito Penal, Direito Processual Penal e Direito Econômico e de Proteção ao Consumidor;

Bloco II (30 questões): Direito Civil, Direito Processual Civil, Direito Empresarial e Direito Financeiro e Tributário;

Bloco III (30 questões): Direito Administrativo, Direito Ambiental e Direito Internacional Público e Privado.

Cronograma Provisório de Atividades

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O concurso terá validade de dois anos, podendo ser prorrogado uma única vez por igual período a critério do Tribunal Regional Federal da 1ª Região.

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Categoria: Notícias

CCJ promove debate sobre redução da maioridade penal

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) debate nesta tarde a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos (PEC 171/93 e 38 apensadas). O tema voltou a ser debatido no colegiado e, para dar mais profundidade à discussão, os deputados aprovaram dois requerimentos para a realização de uma audiência pública.

Um dos requerimentos, do deputado Alessandro Molon (PT-RJ), propõe ouvir representantes de diversas entidades da sociedade civil. O segundo, dos deputados Esperidião Amin (PP-SC), Maria do Rosário (PT-RS) e Décio Lima (PT-SC), determina que a audiência deverá contar também com a participação de dois constitucionalistas, com opiniões a favor e contra a matéria.

Relatório

Na reunião da quarta-feira passada (18), o deputado Luiz Couto (PT-PB) chegou a ler seu relatório contrário à admissibilidade do texto, mas um pedido de vista conjunto impediu a análise da matéria. No mesmo dia, o tema foi discutido durante a comissão geral no Plenário da Câmara.

Deputados pedem redução da maioridade penal

A expectativa do presidente da CCJ, deputado Artur Lira (PP-AL) é que, após a audiência pública sobre a PEC da Maioridade Penal, a admissibilidade da proposta possa começar a ser discutida na comissão. Ele estima que a votação deve ocorrer no início de abril.

Nesta terça-feira, serão realizadas duas mesas redondas, com os seguintes convidados:
1ª Mesa
- os advogados constitucionalistas Fabrício Juliano Mendes Ribeiro e André Ramos Tavares.

2ª Mesa
- o presidente do Conselho Federal da OAB, Marcus Vinícius Furtado Coêlho;
- a subprocuradora-geral da República, da Associação Nacional dos Procuradores da República, Raquel Dodge;
- o presidente da Associação dos Magistrados do Brasil, João Ricardo dos Santos Costa; e
- a presidente da Associação Nacional dos Defensores Públicos, Patrícia Ketterman.

O debate será realizado às 14h30, no plenário 1.

Fonte: Agência Câmara

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Categoria: Concursos no horizonte

Vem aí o novo concurso do TRF da 1ª Região com 228 vagas para juiz federal

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O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) já está em fase final de preparação para lançamento de seu novo concurso público. A previsão é que o edital seja divulgado hoje, 24 de março, com 228 vagas para o cargo de juiz federal substituto. Conforme extrato de dispensa de licitação publicado no dia 19 de fevereiro, o Centro de Seleção e Promoção de Eventos (Cespe/Unb) é a organizadora responsável pela realização do certame.

O último concurso foi realizado em 2013 e também teve como organizadora o Cespe/UnB. Na época foram ofertadas 81 vagas para o cago de juiz federal com remuneração inicial de R$ 22.854,46. Os candidatos foram avaliados por meio de provas objetivas, escritas e orais. No total, foram 7.661 inscritos gerando uma concorrência média de 95 candidatos por vaga.

Quem pretende concorrer a uma das vagas não deve esperar o edital ser publicado. Os estudos devem iniciar desde já com base no conteúdo programático do concurso anterior, o qual não deverá sofrer grandes alterações quanto às disciplinas gerais.

Confiram o edital do concurso anterior clicando no link abaixo:

Edital n° 1 – Abertura – 2013

Além do preparo baseado no conteúdo teórico, uma boa estratégia (tendo em vista que o lapso temporal até a publicação do edital é relativamente curto) é o candidato fazer testes práticos, tais como resolução de questões das provas anteriores. Isto ajuda a fixar a matéria, além de proporcionar maior segurança para o examinando na hora da prova.

Não percam tempo e deem start nos estudos!

Com informações do CorreioWeb

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Categoria: Problemas em concursos

Candidatos podem ter burlado a lei de cotas para negros no concurso da PF

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Mais um capítulo da novela “fraudes em concursos públicos” vem à tona. Dessa vez, denúncias dão conta que o concurso público da Polícia Federal (PF) pode ter sido burlado. Candidatos denunciaram que alguns de seus concorrentes, que não são negros, teriam se auto declarado como tal e agora disputam uma vaga nas etapas finais da seleção pelo sistema de cotas.

Restando apenas o exame médico e a avaliação psicológica para conclusão da primeira etapa do certame, pelo menos 27 candidatos estariam se aproveitando da Lei 12.990/14, que garante 20% das vagas em certames no âmbito federal para negros e pardos, a qual exige apenas a declaração do candidato sobre sua raça, não sendo exigido comprovação complementar.

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As denúncias foram levadas até o Ministério Público Federal (MPF) o qual distribuiu o caso para o titular do 1º Ofício de Cidadania, Felipe Fritz Braga, da Procuradoria da República no Distrito Federal (PR-DF). Os candidatos que denunciaram a possível fraude esperam agora que o caso seja investigado por meio de inquérito civil.

Após a sanção da Lei de Cotas, a então ministra da Igualdade Racial, Luzia de Bairros, afirmou que o governo está preparado para combater possíveis fraudes e fazer cumprir a legislação, no entanto, admitiu que não há mecanismos suficientes para fiscalizar e coibir totalmente tais práticas. A pretensão do governo é que o método de comprovação e de punições de fraudes raciais seja o mesmo utilizado nas universidades, onde a própria comunidade acadêmica denuncia a ocorrência de violações.

Essa problemática foi levantada anteriormente por mim neste blog pouco antes da Lei 12.990/14 ser sancionada. Na oportunidade, ressaltei a dificuldade que seria a aplicação da lei em razão de como as pessoas se autoclassificam e como os pesquisadores classificam os entrevistados. Ou seja: não há uma integral correlação entre como as pessoas se veem e como elas são vistas.

Como o critério imposto pela lei é da auto declaração, não é difícil imaginar que eventuais concurseiros prefiram se classificar como negros ou pardos na hora da inscrição.

Vamos acompanhar!

Com informações do CorreioWeb

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Categoria: Notícias

Plano de combate à corrupção apresentado pela OAB prevê o fortalecimento dos concursos públicos

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A OAB Nacional iniciou nesta segunda-feira (16) uma série de reuniões no Congresso Nacional, para a presentar o Plano de Combate à Corrupção, aprovado pelo Pleno da entidade. A primeira reunião ocorreu durante a sessão do Pleno da entidade, com o deputado Marcelo Castro, relator da Comissão Especial de Reforma Política da Câmara dos Deputados.

“O combate à corrupção é uma das bandeiras históricas da OAB, que luta pelo fortalecimento das instituições republicanas”, afirmou o presidente nacional da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho.

Na terça-feira (17), às 11h, o encontro será com a presidente da República, Dilma Rousseff.  Às 12h o encontro será com o líder do PSDB no Senado, senador Cassio Cunha Lima. Às 16h a reunião será com o Controlador –Geral da União, Valdir Simões.

Às 17h a OAB estará reunida com o presidente da Comissão de Reforma Política da Câmara, deputado Rodrigo Maia. Confira abaixo as propostas do Plano de Combate à Corrupção:

- Regulamentação da Lei 12.846, de 2013, denominada Lei Anticorrupção, que pune as empresas corruptoras.

- Fim do financiamento empresarial em candidatos e partidos políticos, bem como estabelecimento de limites para contribuições de pessoas físicas.

- Criminalização do Caixa 2 de campanha eleitoral.

- Aplicação da Lei Complementar 135, denominada Lei da Ficha Limpa, para todos os cargos públicos.

- Fortalecimento e ampliação de sistemas que façam a interligação de informações entre os órgãos responsáveis pela aplicação da lei anticorrupção e pela apuração do Caixa 2 de campanha eleitoral, a exemplo da Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) e da Controladoria-Geral da União (CGU), com a inclusão do sistema financeiro, órgãos de registro de propriedade, como cartórios, Tribunais de Contas, ABIN, Receita Federal e Polícia Federal.

- Exigência do cumprimento fiel, em todos os órgãos públicos, da Lei de Transparência, proporcionando fácil acesso às informações. – Garantia da autonomia às instituições públicas que controlam e combatem a corrupção, como a Controladoria Geral da União, dotando-as de recursos humanos qualificados, com dotação orçamentária capaz de permitir a permanente fiscalização da aplicação dos recursos públicos, estabelecendo-se o mandato de quatro anos para o Controlador Geral.

- Cumprimento da ordem cronológica no pagamento das contas públicas e fixação de critérios objetivos para as exceções previstas no artigo 5º da Lei 8.666, de 1993.

- Instituição da existência de sinais exteriores de riqueza incompatíveis com a renda e o patrimônio como causa para perda do cargo público e bloqueio dos bens.

- Redução drástica dos cargos de livre nomeação no serviço público, priorizando os servidores de carreira e concursados.

- Aprovação de projetos de leis definidores de uma profissionalização da Administração Pública, com a redução extrema dos espaços ocupados por agentes não-detentores de cargos efetivos e concursados, sendo importante incorporar, nessas iniciativas, instrumentos voltados para: a) reduzir influências corporativas indevidas; b) definição de critérios objetivos para ocupação dos postos de direção por servidores de carreira; c) limitação de tempo para o exercício dessas funções de direção por ocupantes de cargos efetivos; d) definição de “quarentenas”, sem o exercício de cargos comissionados, depois da ocupação desses espaços por servidores concursados.

- Valorização da Advocacia Pública, como instituição de Estado e não de governo, notadamente nas áreas de assessoria e consultoria jurídicas, constituindo um importantíssimo e efetivo instrumento de controle preventivo de desvios e ilícitos das mais variadas naturezas no âmbito da Administração Pública, conferindo-lhe autonomia administrativa e financeira para o regular exercício de suas funções.

- Fortalecimento do sistema de controle interno e auditoria em todos os órgãos públicos, especialmente aparelhando de forma adequada a auditoria do Sistema Único de Saúde – DENASUS.

- Estabelecimento de uma política nacional de cultura e educação, estimulando a conduta ética.

A sociedade reclama dos Poderes Legislativo e Executivo a adoção de tais medidas. A conjugação entre a apuração profunda de todos os casos de malversação de recursos públicos, a reforma política, a mobilização popular e a implantação do Plano de Combate à Corrupção resultará no aperfeiçoamento das práticas administrativas e no amadurecimento do Brasil como República democrática.

Fonte: CFOAB

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Categoria: Concursos no horizonte

TRE/PB prepara novo concurso público para técnicos e analistas. Comissão organizadora já foi definida

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE/PB) já iniciou os preparativos de seu novo concurso público para os cargos de técnico e analista judiciários. A comissão organizadora já foi instituída e deverá realizar reuniões com representantes do órgão para tratar de assuntos relativos aos detalhes do certame, tais como quantitativo de vagas, especificação dos cargos, data de publicação do edital, prazo de inscrição, dentre outros.

A comissão será presidida pelo secretário de Gestão de Pessoas, Allan Wilian Lucena de Oliveira e composta por mais três servidores e quatro suplentes do órgão. A reunião que já deveria ter ocorrido, foi adiada para ontem, dia 19, no entanto, até o presente momento nenhuma informação adicional foi divulgada.

Para o presidente do tribunal, o desembargador João Alves da Silva, a criação da comissão organizadora é o pontapé inicial para realização do concurso. A solicitação de vagas já havia sido enviada em 2009 pelo Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário Federal da Paraíba, representante dos servidores do órgão, em razão da defasagem no quadro de pessoal.

No ano de 2013, o órgão confirmou a realização de um novo concurso público para provimento de quatro vagas de preenchimento imediato, divididas entre os cargos de técnico e analista, aumentando ainda mais a expectativa entre os concurseiros por uma nova  seleção, a qual até agora não ocorreu.

 Os subsídios iniciais para os cargos de analista e técnico judiciários são de R$6.551,52 e R$3.993,09, respectivamente.

Último concurso

O último concurso realizado pelo órgão foi em 2007 e teve como organizadora a Fundação Carlos Chagas (FCC). Na oportunidade, foram ofertadas 73 vagas de preenchimento imediato, mais formação do cadastro de reserva, para os cargos de técnicos e analistas, no entanto, até o final da validade do certame em 2011, foram nomeados mais que o dobro dos aprovados em relação às vagas previstas inicialmente. Ao todo, 198 candidatos foram empossados pelo tribunal.

Os candidatos foram avaliados por meio de provas objetivas, compostas por sessenta questões de múltipla escolha. Houve ainda a aplicação de uma prova escrita para o cargo de analista judiciário – área administrativa e teste prático para o cargo de técnico judiciário – área de taquigrafia.

Com informações da Folha Dirigida 

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Categoria: Concursos no horizonte

Receita Federal prevê concurso público e nomeações ainda em 2015

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O subsecretário de Gestão Corporativa da Receita Federal, Marcelo de Melo, afirmou em reunião realizada no último dia 16, que o concurso público para analista tributário e auditor fiscal tem prioridade para o governo. Segundo ele, a previsão é que os editais sejam publicados o quanto antes para que as nomeações sejam realizadas ainda este ano.

A reunião ocorrida no dia 16 foi a primeira a ser realizada com o atual secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, o qual assumiu a gerência do órgão pela segunda vez desde o começo do ano. Dentre os assuntos tratados, foi confirmada a inclusão do cargo de analista na solicitação feita ao Ministério do Planejamento, no entanto, não houve qualquer informação acerca do quantitativo de vagas.

Segundo um dos integrantes que compõe a diretoria da Receita, Rachid dará prioridade à contratação de servidores da área de apoio. Diante disso, o Ministério da Fazenda que é responsável pela seleção dos servidores para o órgão, já solicitou autorização para provimento de 3.500 vagas.

Só para o cargo de agente administrativo de nível médio serão 3.000 postos de trabalho. As demais vagas serão destinadas ao cargo de analista de nível superior. O pedido deverá retornar ao Planejamento em breve, tão logo seja reavaliado pela Fazenda.

No ano passado, em audiência pública no Congresso Nacional, o coordenador-geral de Gestão de Pessoas, Francisco Lessa, já havia confirmado que o órgão havia solicitado 2 mil vagas para o cargo de auditor e que os candidatos aprovados no último certame deveriam ser convocados em breve.

Receita Federal planeja novo concurso com 2 mil vagas para nível médio e superior

Lessa ressaltou ainda a necessidade de um novo concurso já que o órgão conta hoje com apenas 24.000 servidores, entre auditores, analistas e profissionais administrativos, um quantitativo bem abaixo do total de vagas disponíveis.

Para concorrer a uma das vagas, o candidato deverá possuir ensino superior completo em qualquer área de formação. As remunerações iniciais para auditor e analista são de R$16.116,64 e R$9.629,42 (incluindo o auxílio-alimentação, de R$373), respectivamente.

A organizadora, já definida, será a Escola de Administração Fazendária (Esaf). O processo seletivo realizado pela organizadora conta com três fases: provas objetivas, provas subjetivas (dissertativa para analista e discursiva para auditor) e sindicância de vida pregressa.

No último certame para o cargo de auditor, foram abordados temas como: Língua Portuguesa, Espanhol ou Inglês, Raciocínio Lógico-Quantitativo, Administração Geral e Pública, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Tributário, Auditoria, Contabilidade Geral e Avançada, Legislação Tributária e Comércio Internacional e Legislação Aduaneira.

Já para o cargo de analista, as provas do último concurso versaram sobre as matérias de: Língua Portuguesa, Espanhol ou Inglês, Raciocínio Lógico-Quantitativo, Direito Constitucional e Administrativo e Administração Geral, além de Direito Tributário, Contabilidade Geral, Legislação Tributária e Aduaneira (área Geral) ou Direito Tributário, Contabilidade Geral e Informática (área de Informática).

Quem pretende ingressar na carreira, por óbvio, deverá se preparar o quanto antes, pois, a concorrência geralmente é grande. Exemplo disso, foi o concurso de 2012 que contou com mais de 93 mil inscritos para 750 vagas ofertadas na carreira de analista (124 candidatos por vaga) e 26.313 inscritos disputando uma das 200 vagas de auditor (131 candidatos por vaga) .

Apesar de não haver previsão para lançamento do edital, o preparo deve começar desde já, levando em consideração o último concurso que, da data de sua autorização até a realização da prova se passaram apenas 11 semanas. Ou seja, quem deixar para estudar após a publicação do edital, certamente estará em desvantagem aos demais que programaram o preparo antecipadamente.

Com informações da Folha Dirigida

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