Categoria: Notícias

Travestis e transexuais poderão usar nome social no serviço público

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Foi publicado hoje (29) no Diário Oficial da União decreto que autoriza o uso do nome social e o reconhecimento da identidade de gênero de travestis e transexuais no âmbito da administração pública federal. O decreto foi assinado ontem (28) pela presidenta Dilma Rousseff e vai permitir que as pessoas tenham seu nome social em crachás e formulários, por exemplo.

Segundo o texto, o nome social configura a designação pela qual a pessoa se identifica e é socialmente reconhecida. Já a de gênero trata da dimensão da identidade no que diz respeito à forma como ela se relaciona com as representações de masculinidade e feminilidade e como isso se traduz em sua prática social, sem relação necessária com o sexo atribuído no nascimento.

“Os órgãos e as entidades da administração pública federal direta, autárquica e fundacional, em seus atos e procedimentos, deverão adotar o nome social da pessoa travesti ou transexual, de acordo com seu requerimento e com o disposto neste decreto”, diz o texto. “É vedado o uso de expressões pejorativas e discriminatórias para referir-se a pessoas travestis ou transexuais.”

Ainda de acordo com a publicação, registros dos sistemas de informação, cadastros, programas, serviços, fichas, formulários, prontuários e congêneres de órgãos e das entidades da administração pública federal deverão conter o campo “nome social” em destaque, acompanhado do nome civil, que será utilizado apenas para fins administrativos internos.

“Constará nos documentos oficiais o nome social da pessoa travesti ou transexual, se requerido expressamente pelo interessado, acompanhado do nome civil”, destacou o decreto. “A pessoa travesti ou transexual poderá requerer, a qualquer tempo, a inclusão de seu nome social em documentos oficiais e nos registros dos sistemas de informação.”

A Secretaria de Direitos Humanos informou que, a partir da publicação do decreto, o nome social já pode ser requerido, mas ainda haverá um prazo de seis meses para que os formulários sejam adequados, e de até um ano para que todos os sistemas informatizados implantem a mudança.

Fonte: Agência Brasil

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Categoria: Concursos no horizonte

DPU aguarda autorização para lançar novo concurso com 2,7 mil vagas para nível médio e superior

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A Defensoria Pública da União (DPU) está aguardando aval para realizar um novo concurso público com 2.751 vagas para os cargos de técnico e analista de nível médio e superior, respectivamente. De acordo com o projeto de lei 7922/14 que atualmente tramita na Câmara dos Deputados, o objetivo é contratar novos servidores ou aproveitar os remanescentes do último concurso, ainda vigente, além de reestruturar plano de carreira e definir remunerações.

Atualmente, a DPU não conta com um quadro permanente de servidores, no entanto, após o Governo promulgar a Emenda Constitucional 74, o órgão passou a ter autonomia funcional e administrativa, permitindo assim a contratação de pessoal através de concursos públicos.

De acordo com a justificativa da proposta, hoje a Defensoria possui 1.163 servidores e mais de 2 mil estagiários. Os demais cargos de natureza administrativa foram preenchidos através do primeiro certame para o órgão realizado em 2010.

Esta será uma excelente oportunidade para quem pretende ingressar na carreira pública que conta com diversas vantagens, tais como estabilidade, bons salários, plano de carreira, além da garantia de uma boa aposentadoria.

A proposta, em caráter conclusivo, será analisada em regime de prioridade pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Apesar da proposta estar em fase avançada de análise, concursos para a DPU deverão demorar um pouco. E esta é a hora do concurseiro adotar uma postura visionária. O tempo, neste caso, será fator determinante para alcançar a aprovação. O candidato terá, no mínimo, um ano até que novos concursos sejam lançados. Ou seja, este lapso temporal será mais que suficiente para um preparo consistente.

E como se preparar da melhor forma?

Existe um relativo consenso de que o processo de estudo envolve uma série de abordagens distintas do conteúdo a ser estudado para formar aquilo que é denominado como “memória profunda”, ou seja, quando a informação fica sedimentada no cérebro e é facilmente resgatável no momento de uma prova, por exemplo.

Para isto é preciso estudar com método, envolvendo a leitura de uma doutrina ou acompanhamento de uma aula seguida da resolução de exercícios (treino), exatamente para fixar os conceitos.

Ler é um processo de apreensão de conteúdo, resolver um exercício é um processo de verificação e  evocação deste conteúdo. Errar na resolução de um exercício, por exemplo, é um processo de verificação e correção. Fazer um resumo após o estudo é um processo de evocação e sedimentação do que foi estudado.

Apesar do edital ainda não ter sido publicado, o candidato poderá estudar a partir do conteúdo programático do concurso anterior que não deverá sofrer alterações substanciais, principalmente em relação às disciplinas de conhecimentos gerais.

Confiram o edital do concurso anterior clicando aqui

Não percam tempo iniciem já os estudos!

Com informações do Jcconcursos

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Categoria: Notícias

Câmara aprova reajuste salarial de 41% para servidores do judiciário

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O Plenário da Câmara aprovou, por 277 favoráveis e 4 contrários, o pedido de urgência do projeto que aumenta os salários dos servidores do Poder Judiciário (PL 2648/15). A proposta pode ser incluída na pauta a qualquer momento, mas não há previsão de votação.

Os deputados tentaram votar ainda a urgência para o aumento salarial dos servidores do Ministério Público da União (PL 6697/09), mas não houve quórum. A votação desta urgência será retomada na semana que vem.

Aumento do Judiciário

Pelo texto aprovado na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público, o reajuste dos servidores do Judiciário será de aproximadamente 41,47%. O aumento será dado, de forma escalonada, em oito parcelas, de janeiro de 2016 a julho de 2019.

A proposta tem impacto orçamentário para 2016 de R$ 1,160 bilhão. De acordo com o STF, houve negociação com o Executivo para garantir os recursos para o reajuste a partir de 2016, sendo que o impacto financeiro total ocorrerá apenas a partir de 2020.

A votação dividiu opiniões. O deputado Nelson Marchezan Júnior (PSDB-RS) criticou a votação da urgência do projeto. Para ele, não é hora de aumentar as despesas, especialmente depois de a Casa aprovar o afastamento da presidente Dilma Rousseff por questões fiscais. “Que urgência é essa em votar aumento para servidores do Judiciário? Esta Casa aqui acabou de cassar uma presidente da República porque durante todo o seu mandato ela quebrou o Brasil, gastou mais do que tinha”, afirmou. “Vamos deixar para o próximo presidente um buraco mais fundo? É essa a intenção?”, emendou.

O líder do PSD, deputado Rogério Rosso (DF), rebateu as críticas. Ele lembrou que o aumento contido na proposta foi autorizado pela Lei Orçamentária já aprovada pela Câmara e que os reajustes só terão efeito pleno em 2019. Rosso ressaltou ainda que a proposta em análise é uma resposta ao aumento vetado por Dilma. “Não é pauta-bomba, é uma pauta justa com lastro orçamentário, que vai fazer o Brasil cada vez mais constituir seus poderes constitucionais”, afirmou.

O líder do governo, deputado José Guimarães (CE), também lembrou que o aumento dos servidores está previsto no Orçamento. “Será que o arrocho que vem aí será tão grande que vai acabar com aumento de servidores previsto no Orçamento?”, questionou.

Ele afirmou que os deputados que agora são contra o reajuste deveriam ter se manifestado na hora de votar o Orçamento. “Não pode fazer demagogia, todo mundo aprovou esse aumento no ano passado e vem acusar o governo de farra fiscal”, disse Guimarães, em referência ao projeto vetado pela presidente Dilma Rousseff, que previa aumento de até 78,56% em parcelas até 2017.O veto foi mantido pelo Congresso Nacional.

Fonte: Agência Câmara

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Categoria: Editais

INSS divulga horários das provas do concurso para técnicos e analistas

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O Instituto Nacional do Seguro Social ((INSS) divulgou através do Centro de Seleção e Promoção de eventos da Universidade de Brasília (Cespe/UnB), organizador do certame, os horários que serão aplicadas as provas para os candidatos que irão concorrer a uma das 950 vagas para técnicos e analistas, marcada para o dia 15 de maio de 2016.

De acordo com o edital, os exames serão aplicados às 8 horas para candidatos ao cargo de analista, de nível superior, e às 14 horas para quem for concorrer a uma das vagas para técnico, de nível médio. Nos dois casos as provas terão duração de 3 horas e 30 minutos. Os locais de prova, apesar da divulgação estar prevista para hoje, foi prorrogada para dia 4 de maio.

Confiram o edital com os horários das provas clicando aqui

Candidatos ao cargo de técnico serão submetidos a uma prova objetiva coposta por 50 questões de conhecimentos gerais que abordará as disciplinas de ética no serviço público, regime jurídico único, noções de direito constitucional, noções de direito administrativo, língua portuguesa, raciocínio lógico e noções de informática, al[ém de 70 questões de conhecimentos específicos que versarão sobre seguridade social.

Já para o cargo de analista, serão 120 questões sobre as disciplinas de língua portuguesa, raciocínio lógico, noções de informática, direito constitucional, direito administrativo, legislação previdenciária, legislação da assistência social, além de conhecimentos específicos conforme descrito no conteúdo programático do edital.

Das vagas

Ao todo, serão 800 para o cargo de técnico do seguro social e 150 para analista do seguro social. Para concorrer ao cargo de técnico, o candidato deverá possuir certificado do ensino médio. Já para o cargo de analista será exigido curso de ensino superior no curso de serviço social e registro no conselho de classe. Os vencimentos inciais são de R$4.886,87 para técnicos e R$7.496,09 para analistas, ambos, com jornada de trabalho de 40 horas semanais.

Nomeações

A boa notícia é que os candidatoa que obtiverem aprovação poderão ser nomeados ainda este ano, mais precisamente a partir do mês de agosto. Segundo José Nunes Filho, diretor de gestão de pessoas do INSS, as previsões iniciais quanto ao cumprimento do cronograma deverão se cumprir dentro do esperado para que as contratações ocorram já no início do segundo semestre de 2016.

O diretor informou ainda que possivelmente não haverá problemas com as contratações este ano ainda que o governo tenha anunciado os cortes de gastos com o serviço público, uma vez que o orçamento para o reforço no quadro de servidores do INSS já está dentro da previsão orçamentária autorizada pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG).

Concorrência

Foram contabilizados mais de 1 milhão de inscritos para uma das 950 vagas ofertadas. Ou seja, se as inscrições fossem encerradas hoje, teríamos uma concorrência média de 1.052 candidatos por vaga!

Estes dados foram apresentados durante uma reunião realizada na última quarta-feira (27) com representantes da Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho e Previdência Social (Fenasps) e confirmados pela presidente do INSS, Elisete Belchior.

Para se ter uma ideia, a última seleção, realizada em 2012, contou com 903.515 candidatos inscritos que disputaram uma das 1.500 vagas para o cargo de técnico do seguro social, de nível médio. Uma concorrência de aproximada de 602 candidatos/vaga.

Novo concurso em 2017

Um novo pedido para abertura de um novo concurso público foi encaminhado pelo Ministério do Trabalho e da Previdência Social (MPTS) ao Planejamento. Foram solicitadas 7.351 vagas, sendo 1.530 para perito médico e as demais distribuídas entre os cargos de técnicos e analistas do seguro social.

O ministro do MPTS, Miguel Rosseto, cogitou a possibilidade da autorização sair ainda este ano para que o concurso e as contratações ocorram em 2017.

Confiram o edital de abertura completo clicando aqui

Com informações do Jcconcursos

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Categoria: Notícias

Justiça declara inconstitucional cadastro de reserva em concursos públicos

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Uma decisão da justiça de primeira instância poderá ser o primeiro passo dar fim ao cadastro de reserva em concursos públicos. O juiz do trabalho Paulo Henrique Blair de Oliveira, da 17ª vara do Trabalho de Brasília, julgou insconstitucional a formação do banco de candidatos aprovados e não classificados dentro do número de vagas inicialmente ofertadas.

De acordo com a decisão, um concurso é realizado com o objetivo de preencher as vagas existentes e necessárias naquele momento. Assim, a ausência de informações quanto ao quantitativo de oportunidades existentes ou previstas fere o princípio da publicidade. O magistrado salienta que o lançamento desenfreado de concursos acaba gerando reiteradas contratações de empresas especializadas organização destes certames.

A decisão foi proferida no julgamento de uma reclamação trabalhista de Leonardo de Alencar, um candidato que participou do concurso público da Caixa Econômica Federal em 2012 para o cargo de técnico bancário novo. Ele foi aprovado na 1.808º posição, sendo que o cadastro reserva seria até a posição 2.900º. O candidato alegou que um novo concurso foi realizado pelo banco em 2014, sem que fossem contratados os aprovados no cadastro de reserva. Além disso, funcionário terceirizados estariam realizando funções no lugar de concursados.

A CEF, por sua vez, afirmou que a contratação imediata do reclamante fere os princípios da isonomia e eficiência, legalidade, moralidade, em detrimento dos outros candidatos que obtiveram melhor classificação. Desta forma, a abertura de novo certame não prejudica os aprovados no cocnurso certame anterior. Acrescentou ainda que o número de candidatos no cadastro reserva não garate a nomeação, mas apenas gera expectativa de direito e que as contratações de terceirizados se deu de forma regular, em obediência a legislação vigente.

Para Max Kolbe, advogado da ação, qualquer restrição ao acesso de cargos públicos deve ser disciplinada através de lei em sentido formal. O administrador não pode deliberadamente criar instituições para criar ou restringir direitos garantidos pela Constituição Federal. Ele acrescenta ainda que o cadastro de reserva é destinado para preencher as vagas que surgirem no decorrer da validade do concurso.

A Caixa deverá cumprir a decisão de primeira instância e dar continuidade ao concurso público em relação ao candidato autor da ação, conforme normas estabelecidas no edital. O descumprimento da decisão irá acarretar em multa diária no valor de R$1.000. O banco ainda foi condenado a pagar R$ 12 mil a título de danos morais em razão do constrangimento sofrido pelo autor.

Ainda, conforme a sentença, em relação aos funcionários terceirizados, as contratações se deram de forma lícita, não havendo qualquer irregularidade que possa ferir princípios legais que regem a Administração Pública e não cabe discussão de mérito acerca da suspensão destas contratações em reclamação individual.

A CEF informou que irá recorrer da decisão por entender que todas as etapas se deram dentro da legalidade e conforme jurisprudência dos tribunais superiores.

Com informações do CorreioWeb

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Comprovação de atividade jurídica para concursos do MP deve ser feita na inscrição definitiva

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MP

Recentemente o Supremo Tribunal Federal (STF) reafirmou a jurisprudência no sentido de exigir que a comprovação de atividade jurídica para ingresso na carreira de juiz substituto deve ocorrer no ato da inscrição definitiva, e não mais no momento da posse. Neste mesmo sentido, o Plenário do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) decidiu que tal exigência serve também para carreira do Ministério Público.

Candidato ao cargo de juiz deverá comprovar atividade jurídica no ato da inscrição definitiva

A decisão, por unanimidade, ocorreu ontem, dia 26 de abril, durante a 8ª Sessão Ordinária do CNMP, quando foi aprovada a proposta apresentada pelo conselheiro Valter Shuenquener. Com a nova regra, a Resolução nº 87/2012 do Conselho fica automaticamente revogada, sendo proposta nova redação ao artigo 3º da Resolução 40/2009.

A medida só terá validade para concursos públicos que tenham edital publicado após a vigência da nova resolução, que se dará após a assinatura  do presidente, Rodrigo Janot e posterior publicação no Diário Eletrônico do CNMP.

Com informações do Ascom/CNMP

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Categoria: Concursos no horizonte

Governo de Goiás autoriza concurso público para contratação de 3 mil novos policiais

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PC

A Assembleia Legislativa aprovou na última quinta-feira, dia 21, projetos de lei que criam os cargos de Escrivão de Polícia Substituto e de Agente de Polícia Substituto na Polícia Civil e a graduação de Soldado de 3ª Classe na Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros de Goiás. Os novos cargos têm remuneração básica de R$ 1,5 mil, mas se somados a benefícios como gratificações e horas extras podem, inicialmente, ultrapassar R$ 3 mil.

Os projetos seguiram para sanção do governador Marconi Perillo e, tão logo sejam assinados, vão para a Secretaria de Gestão e Planejamento (Segplan) para que o órgão possa dar continuidade ao processo seletivo. De acordo com a Segplan, a Escola de Governo já deu início ao processo de concorrência para contratar empresa organizadora do certame, e o edital já está em fase de formatação. Caso não haja atraso no cronograma, as provas serão aplicadas em setembro próximo, com a homologação do concurso prevista para abril de 2017. Em seguida, os selecionados seguem para as respectivas academias, onde passarão por treinamentos.

Diálogo

O vice-governador e secretário de Segurança Pública e Administração Penitenciária, José Eliton, destaca que desde o início da discussão sobre a realização do concurso público até o envio do projeto de lei à Assembleia Legislativa, o Governo de Goiás manteve diálogo permanente com representantes de entidades ligadas às polícias Militar e Civil. “Tudo foi amplamente discutido”, relata. José Eliton lembra que as decisões relativas ao processo seletivo partiram da força-tarefa de combate à violência, formada por representantes do Ministério Público Estadual, Poder Judiciário, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-GO) e Assembleia Legislativa, entre outros.

Após a divulgação do edital os interessados terão acesso a todos os detalhes do concurso, como quadro de vagas, conteúdo programático, datas para inscrição, realização das provas, recursos, formação e posse.

Novas vagas

Em audiência com o Governador Marconi Perillo, em março, o vice-governador José Eliton solicitou a realização de concursos públicos também para o Corpo de Bombeiros, Procon e para delegados da Polícia Civil. De acordo ele, o governador ouviu os vários representantes das forças de segurança pública e prometeu analisar a situação dessas instituições para, então, tomar uma decisão a respeito do assunto. José Eliton declarou que ainda houve uma solicitação por parte do comando do Corpo de Bombeiros para criação de 250 vagas.

Depois de autorizar a realização de concurso público para a contratação de 3.000 policiais, o governador voltou a se manifestar, posteriormente, para informar que está em planejamento outro concurso para a contratação de mais 2.000 policiais militares em 2018.

Fonte: Goiás Agora

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Categoria: Concursos no horizonte

TJM/SP prepara novos concursos públicos para diversas carreiras

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O Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo (TJM/SP) deu início aos preparativos para lançamento de novos concursos públicos. O primeiro edital já está sendo elaborado e irá contemplar os cargos de técnicos e analistas, de nível médio e superior, respectivamente, com remunerações iniciais que chegam a R$5,5 mil.

O tribunal estava somente aguardando o governador Geraldo Alckmin sancionar os três últimos projetos de lei complementar que autorizam a realização de novos certames, autorizados pela Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo no dia 2 de março. As novas lei versam sobre a criação, reestruturação e transformação de cargos do tribunal.

A primeira proposta aprovada pela Alesp/SP se refere à Lei Complementar 38/2014 que transforma a carreira de agente administrativo em escrevente técnico judiciário. Segundo o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador José Renato Nalini, os servidores que ocupam estes cargos poderão ser reenquadrados desde que façam um curso específico.

Atualmente, para o cargo de agente, há 42 vagas existentes das quais 25 estão preenchidas. As ouras 17 vagas deverão ser preenchidas através de um novo concurso público já para a carreira de escrevente. O salário no final de carreira para esta função pode chegar R$4.696,70, por uma jornada de trabalho de 40 horas semanais.

Para o cargo de Oficial de Justiça, após sancionada pelo governador, o projeto de lei se tornou a Lei complementar nº 1.286 de 20 de abril de 2016. O texto define a escolaridade para ingresso na carreira, que a partir de agora deverá ser de nível superior. No entanto, informações obtidas junto ao setor de recursos humanos do TJM, não há previsão de oferta de vagas para este cargo no próximo concurso.

Para o cargo de técnicos e analistas, um dos projetos prevê a transformação de cargos comissionados em efetivos no quadro de pessoal do tribunal. Entre as funções a serem preenchidas através de concurso existem duas vagas para o cargo de técnico em comunicação e processamento de dados judiciário, uma para técnico em informática judiciário e uma para analista de sistemas judiciário. Para as carreiras de técnico, a exigência é de nível médio, enquanto que para analista, será necessário ter nível superior referente à área de atuação.

De acordo com responsáveis pelo setor de RH, o concurso para estes cargos é a prioridade, dependendo no momento apenas da escolha  da banca organizadora e definição dos detalhes do edital de abertura. O salário inicial para o cargo de técnico é de R$4.496,50, podendo chegar a R$ 5.138,91 no final da carreira. Já para analistas, os vencimentos iniciais são de R$ 5.545,63, podendo chegar a R$6.400,33.

Com informações do Jcconcursos

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Categoria: Notícias, Problemas em concursos

STF suspende decisão que determinava nomeação de aprovados no concurso para delegado da PC/CE

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O Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu as decisões do Tribunal de Justiça do Ceará (TJ/CE) que obrigava o governo do estado a nomear candidatos do cadastro de reserva para delegado da Polícia Civil do Ceará. De acordo com o presidente do STF, Ricardo Lewandowski, tal medida poderia gerar grave lesão à economia pública além de incentivar outros candidatos a adotar medidas judiciais semelhantes.

Conforme decisão do TJ/CE, o estado teria determinado que 159 candidatos fossem convocados para a última fase do processo seletivo que compreendia o curso de formação. O estado, por sua vez, entrou com recurso junto ao Supremo alegando que o número de candidatos se deu dentro da legalidade, levando em consideração que a legislação permite convocações em turmas e períodos distintos quando não for possível a realização de uma única etapa. Ademais, o governo não tem condições de arcar com as despesas para formação dos 500 candidatos aprovados de uma só vez.

A Procuradoria-Geral da República se manifestou no sentido de defender a suspensão das decisões, uma vez que a referida decisão restringe a liberdade de nomeação que cabe exclusivamente à administração pública.

Na decisão do STF, consta ainda que ainda que surja a necessidade de novas vagas ou que um novo concurso público seja aberto mesmo durante o prazo de validade do anterior, não gera direito à nomeação dos candidatos que compõe o cadastro de reserva, exceto nos casos que houver preterição imotivada e arbitrária da administração pública.

Com informações do Correio Braziliense

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Categoria: Cursos, Editais, Inscrições

Inscrições para o concurso da PC/PE encerram amanhã. Vejam como se preparar

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Quem pretende concorrer a uma das 650 vagas ofertadas no concurso público da Polícia Civil do Estado de Pernambuco (PC/PE) deve ficar atento!

As inscrições encerrarão às 23h59m de amanhã, dia 26 de abril de 2016. O órgão está oferecendo vagas para os cargos de Delegado, Escrivão e Agente de polícia. O valor da taxa de inscrição é de R$160,00 para os cargos de agente e escrivão e R$200,00 para delegado.

PC-PE - cocnnurso 2016_ quadro de vagas

Quem ainda não começou a estudar não pode perder tempo. Faltam apenas 48 dias até o dia da prova, no entanto, é possível que o candidato esgote parte das disciplinas cobradas, o que lhe dará grandes chances de obter aprovação. As disciplinas de conhecimentos gerais que merecem atenção nessa reta final é português e informática.

Para a prova de conhecimentos específicos para agentes e escrivães, o ideal é intensificar os estudos nas matérias de noções de constitucional, administrativo, direito penal e processo penal. Já para o cargo de delegado, a prova de conhecimentos específicos versarão sobre medicina Legal, criminologia, direito penal e processo penal, legislação penal e processual penal extravagante; Constitucional , Administrativo, Direito Civil e Empresarial, além de Direito Tributário.

Para auxiliá-los no preparo, o CERS Cursos Online tem dois cursos ideais focados nas disciplinas cobradas pela banca. São dois cursos especiais de REVISÃO TEÓRICA E RESOLUÇÃO DE QUESTÕES dos principais pontos de cada disciplina para os cargos de DELEGADO, AGENTE E ESCRIVÃO DA POLÍCIA CIVIL, a fim de preparar todos aqueles que desejam obter a tão sonhada aprovação.

Confiram abaixo:

DELEGADO DA POLÍCIA CIVIL DE PERNAMBUCO 2016 PROJETO UTI DE REVISÃO TEÓRICA E RESOLUÇÃO DE QUESTÕES DO CEBRASPE-CESPE/UNB

AGENTE E ESCRIVÃO DA POLÍCIA CIVIL DE PERNAMBUCO 2016 PROJETO UTI DE REVISÃO TEÓRICA E RESOLUÇÃO DE QUESTÕES DO CEBRASPE-CESPE/UNB

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