Categoria: Concursos no horizonte

FGV será a organizadora do concurso do Banco do Nordeste. Edital deve sair em abril

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E quem está no ritmo do concurso da Caixa já deve permanecer ligado, pois o Banco do Nordeste definiu, na última sexta-feira (21) a contratação da Fundação Getúlio Vargas (FGV) como organizadora do seu concurso público analista bancário.

Aparentemente o edital será publicado no próximo mês e deverá formar cadastro de reserva.

Para participar basta possuir o ensino médio. A remuneração inicial é de R$ 2.858,00 e a jornada de trabalho será de 30 horas semanais. Os aprovados ainda terão direito a plano de saúde e de previdência complementar.

O último concurso para este cargo ocorreu em 2010 e foi organizado pela Associação Cearense de Estudos e Pesquisas (ACEP).

Prova do último concurso

Na edição anterior foram disponibilizadas vagas nos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.

Com informações do Diário do Nordeste.

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Concurso para técnico bancário da Caixa Econômica tem 1.8 milhões de inscritos. O que isso representa em termos de concorrência?

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A Assessoria de Imprensa da Caixa Econômica liberou, na última sexta, os dados sobre as inscrições de seu concurso. E os números são superlativos!

Foram, ao total, 1.921.723 inscrições. Elas se dividem de duas formas:

a) 1.887.376 candidatos para o cargo de técnico bancário (nível médio)

b) 34.347 candidatos para os cargos de nível superior.

Na edição anterior do concurso (2012) para o cargo de nível médio se inscreveram 1.086.514 candidatos, ou seja, houve um aumento de 73,70% no número de inscrições.

De toda forma, estes números ainda não podem ser considerados como finais, pois ainda devem ser consideradas as inscrições pagas até o dia 28 de fevereiro, ou ainda as beneficiadas com isenção de pagamento.

E aí? Tremenda concorrência, certo?

Não é bem por aí…

Vamos considerar, primeiro, que o universo de reais competidores em qualquer processo seletivo é significativamente menor se comparado com o total de inscritos.

Para termos uma ideia, na prática, como poderemos avaliar isto, no concurso de 2012 participaram 1.086.514 candidatos. Destes foram aprovados 66.647 para o cargo de técnico bancário novo (o nível médio) sendo que a expectativa da Caixa, para aquela edição, era de convocar ao menos 12 mil candidatos.

A portaria nº 14, publicada no “Diário Oficial da União” em julho de 2013, informou um aumento de 9.873 funcionários na empresa pública até 2015 – em 2014 poderão ser acrescidos 4.850 empregados, e em 2015, 5.023.

A Caixa ainda pode chamar os candidatos do último concurso até o dia 14 de junho deste ano, quando então o concurso anterior perderá sua validade.

Confiram a evolução no número de funcionários da Caixa:

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Há uma expectativa, portanto, de termos aproximadamente 9 mil vagas disponíveis durante o prazo e validade deste concurso, que pode ir até meados de 2016, pois este concurso tem validade de 1 ano, podendo ser prorrogado (e sempre é) uma vez pelo mesmo período.

Isso representaria 1 vaga para 120 candidatos. Naturalmente, precisamos relevar a imprecisão quanto ao real número de vagas e os futuros faltantes.

Sem contar também que as proporções de candidatos por vaga sempre são expressas em números absolutos e não em números “reais”. Os números reais seriam correlacionados com o percentual de candidatos EFETIVAMENTE preparados para o concurso. E esses candidatos representam apenas uma pequena parcela do total de inscritos.

A prova será no próximo dia 30. Ainda nesta semana publicaremos o guia estratégico de resolução da prova para técnico da Caixa.

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Cespe/UnB libera a consulta aos locais de prova do concurso da Caixa

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O Cespe/UnB acabou de liberar a consulta aos locais de prova do concurso da Caixa Econômica. Cliquem no link abaixo e confiram!

Consulta local de prova – Concurso da Caixa

As provas serão aplicadas no próximo dia 30, domingo, em todo o país

Manual do Candidato

Para quem não sabe, o CERS está com o Projeto Overdose: uma semana inteira de revisões para que for fazer o concurso. E melhor: é gratuito!

Confiram a programação:

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Cadastrem-se e participem dessa super-revisão na véspera da prova:

Overdose Caixa

Todo dia, a partir das 19h!

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Comissão da Câmara dos Deputados aprova a criação de 11 mil novos cargos

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A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou na quarta-feira (19) o Projeto de Lei 6244/13, do Executivo, que cria 11.028 novos cargos na administração pública federal, em diversas áreas da saúde, educação e segurança pública. Pela proposta, o provimento dos cargos criados será realizado de forma gradual, condicionado a expressa autorização orçamentária.

De acordo com a proposição, serão criados, no quadro de pessoal da Agência Nacional de Saúde (ANS), 127 cargos de especialista em regulamentação de saúde suplementar e 87 cargos de analista administrativo. Para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), está prevista a criação de 130 cargos de especialista em regulação e vigilância sanitária; 30 de técnico em regulação e vigilância sanitária e 20 de analista administrativo. Já para a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o Executivo propõe a criação de 1.200 novos cargos em diversas áreas.

Na área da educação, o texto cria 5.320 cargos de professores do ensino superior e de 2.008 técnicos administrativos em educação. O Executivo também pretende transformar 1.977 cargos vagos de técnico-administrativo em educação das instituições federais de ensino superior em número igual de cargos com perfis adequados às necessidades institucionais.

Polícias

A proposta contempla ainda a criação de cargos para os departamentos de Polícia Federal e de Polícia Rodoviária Federal, sem aumento de despesa, mediante contrapartida de extinção de cargos vagos. Para a Polícia Federal, o Executivo propõe criar 44 cargos de engenheiro, 5 de arquiteto e 36 de psicólogo. Já para a Polícia Rodoviária Federal, é prevista a criação de 19 cargos de administrador, 17 de engenheiro, 5 de estatístico e 3 de técnico de comunicação social.

O projeto prevê também que os cargos vagos do plano especial do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) também sejam transformados em cargos de analista administrativo e de técnico administrativo. Atualmente, só é permitida a transformação em cargos da carreira de infraestrutura de transportes, de nível superior ou em cargos da carreira de suporte à infraestrutura de transportes, de nível intermediário.

Por fim, a proposta cria 500 gratificações temporárias do Sistema de Administração dos Recursos de Informação e Informática (SISP), de nível superior.

O relator, deputado Armando Vergílio (SDD-GO), aponta que a criação dos cargos efetivos não acarretará impacto orçamentário imediato. Somente quando houver provimento, após a realização de concursos públicos, é que se concretizará o impacto nas despesas de pessoal.

Tramitação

Em caráter conclusivo, o projeto será analisado ainda pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

PL-6244/2013

Fonte: Agência Câmara

Bom…o PL ainda terá de passar por 3 Comissões da Câmara. Quase certamente não irá a plenário, o que agiliza a tramitação, em especial porque esse tipo de projeto, em regra, não enfrenta maiores debates na casa. Depois ele deverá rumar para a casa revisora, ou seja, o Senado, antes de ser então aprovado.

Em suma: tem um longo chão pela frente, e isso é bom para quem anseia se preparar para esse tipo de concurso, até porque já existe dotação orçamentária para a criação de todos os cargos (projeto de iniciativa do Executivo).

Escolham portanto o alvo e foquem nele. Os concursos devem começar a sair do papel em 2015.

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Categoria: Editais

Concurso da Polícia Civil do Piauí pode ser lançado no início de abril

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Polícia Civil Piauí

Notícia boa para quem está buscando por um espaço nas carreiras policiais. Informação abaixo foi retirada diretamente do site do Governo do Estado do Piauí:

A expectativa em torno do novo concurso público da Polícia Civil do Estado do Piauí está chegando ao fim. Segundo o Núcleo de Concursos e Promoção de Eventos (Nucepe), banca organizadora do certame, o edital já foi elaborado e está na Procuradoria Geral do Estado (PGE) para receber o aval de publicação.

“A PGE está analisando todo o edital para verificar se está dentro das normas legais da administração pública. O intuito é garantir a segurança jurídica do concurso que se aproxima”, pontua Jorge Martins Filho, presidente do Nucepe. Segundo ele, até o início do mês de abril, o edital deve ser lançado.

Se não houver nenhuma modificação, serão ofertadas 40 vagas, sendo 20 para a carreira de delegado e 20 para escrivão. Todas as oportunidades contemplam o interior do estado. Quanto à remuneração, a previsão é que o inicial para escrivão seja de R$ 3.194,35 e para delegado de R$ 10.914,54.

No entanto, de acordo com a Secretaria Estadual da Segurança Pública, é possível que sejam convocados até o triplo dos candidatos aprovados dentro das vagas, já que, no último concurso para a corporação, realizado em 2012, foi convocada toda a lista dos classificáveis.

Fonte: Portal do Governo do Estado do Piauí

Cliquem AQUI para verem o último edital do concurso de Agente de Polícia do Estado do Piauí.

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Categoria: Sem categoria

Vem aí o concurso de Agente Administrativo da PRF. Quais são as perspectivas?

Concursos no horizonte

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O site JCConcursos trouxe a informação de que na próxima semana será definida a banca responsável pelo novo concurso de nível médio – agente administrativo – da Polícia Rodoviária Federal.

Serão ofertadas 216 vagas, já autorizadas pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), com remuneração inicial de R$ 3.689,77, já considerando o auxílio-alimentação de R$ 373, e jornada de trabalho de 40 horas semanais.

Segundo o JCConcursos, o edital deve ser publicado até o início de abril.

Muito bem!

Primeiro vamos falar deste edital.

Tenho razões para acreditar que ele não será publicado agora em abril (de um modo geral os editais nunca são publicados dentro das previsões) e isso por uma série de fatores.

Ou seja: dá para estudar com alguma margem de tempo! O quanto, evidentemente, eu não sei, mas algo razoável, em especial para quem pretende iniciar os estudos específicos para esta prova agora.

E o que estudar, exatamente?

Vamos olhar o que foi exigido no último concurso para nível médio da PRF, cujo edital foi publicado em 2012:

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O último edital foi publicado no dia 13 de setembro de 2012 e a prova foi aplicada no dia 18 de novembro do mesmo ano, ou seja, pouco mais de 2 meses depois. Então, considerando aqui como verdadeira a publicação do edital no próximo mês, os candidato teriam ao menos 3 meses e meio para se prepararem.

A distribuição das questões seguiu a seguinte regra:

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Foram 50 questões destinadas aos conhecimentos básicos e 70 para os específicos. Cliquem no link abaixo e confiram a prova e seu gabarito:

Prova de Agente Administrativo de 2012

Gabarito

As questões são no estilo “verdadeiro ou falso” e a marcação errada da resposta implica na perda de pontos. É a pior configuração para uma candidato, mas não é nenhuma novidade em se tratando deste tipo de prova.

Compensa tentar fazer este concurso?

Pelo volume de conteúdo a ser estudado, em especial por conter disciplinas “arroz-com-feijão” dos concursos públicos de nível médio (Noções de Administrativo e Constitucional, Língua Portuguesa e Informática), o lapso de estudos pode ser considerado com bastante razoável.

O ideal neste caso é destinar para as disciplinas ”arroz-com-feijão” a preparação com base na resolução de questões, pois as questões desta as áreas são facílimas de serem encontradas pela internet.

Já as demais questões vão merecer, evidentemente, um estudo mais específicos, atendendo às peculiaridades deste concurso.

Entretanto, tirando matemática, o volume de conteúdo a ser estudo não se afigura assim tão significativo, em especial considerando aqui o conteúdo de Noções de Estatística e Legislação relativa à PRF.

Resumindo: realmente é possível esgotar o conteúdo neste tempo presumido de hoje até a publicação do edital.

E, repetindo, tenho boas razões para crer que o edital vai demorar um pouco mais. Posso me enganar, evidente, mas mesmo enganado compensa arriscar em função do tempo mínimo disponível.

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Categoria: Estratégia

Começando do começo: como escolher o melhor concurso público para você?

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O que você quer ser quando crescer? Quem nunca ouviu essa pergunta? Geralmente ela começa a ser feita quando temos 5 ou 6 anos de idade e é repetida por um longo tempo depois.

O pior é estarmos formados e entrarmos naquela fase da vida em que nos tornamos “concurseiros” -aquele ser que rala horrores mas não ganha um tostão para isto.

Ninguém sonha em ser concurseiro (até porque ser concurseiro, em que pese a relação direta com trabalho e esforço intelectual, não é emprego e ninguém o quer ser por muito tempo) como também nunca vi alguém dizer quando criança que gostaria de ser técnico ou analista judiciário, por exemplo.

Mas aqui chegamos a um outro ponto, vinculado ao fato de que, após a formatura (ou mesmo ainda na faculdade) a realidade do mundo adulto e do mercado de trabalho se faz presente e as escolhas são bem mais racionais e maduras.

Ser um analista judiciário hoje, por exemplo, não é pouca coisa. Ao contrário, há a perspectiva de uma boa remuneração, não raro superando os vencimentos de um delegado (cargo com maior status) em várias unidades da federação por conta de funções comissionadas.

E isso só como exemplo, pois ser hoje um procurador da União ou de Estado, magistrado ou promotor está no rol dos sonhos mais dourados dos concurseiros, ao menos da área jurídica.

E daqui começamos com a primeira e elementar pergunta: qual concurso fazer?

Desta pergunta vem a primeira reflexão séria sobre estratégia. Sim! Estratégia mesmo, pois a escolha não só vai influenciar TODO o processo de preparação como também vai responder, ao menos em parte, a pergunta primeira: “o que você quer ser quando crescer?”  A sua vida, a partir desta escolha, será formatada por ela. Ou seja: seus sonhos de consumo, estabilidade, viagens, família e mais um longo et cetera derivará desta escolha.

Não é uma escolha qualquer! E não sendo, precisa ser pensada com muita calma.

De plano já dou 3 relevantes elementos a serem ponderados:

1 – A escolha do concurso, e o consequente emprego de esforços para superá-lo, fará a diferença entre o concurseiro que atira para todo lado e o concurseiro com objetivo;

2 – O alvo pretendido pode ser a escada para um outro alvo, mais acima dentro das ambições do concurseiro, mas que por agora precisa obter para si algum grau de independência;

3 – A escolha errada pode frustrar os sonhos e limitar a carreira – para sempre, influenciando em todos os aspectos da vida do então concurseiro, seja limitando-o profissionalmente ou mesmo de uma forma em que ele NUNCA passe no concurso sonhado.

Três motivos significativos, não são?

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Vamos ver o porquê disto.

Grau de dificuldade do alvo

Quando falo em grau de dificuldade e um concurso público falo em dois aspectos basilares. O primeiro é a dificuldade do processo seletivo em si, ou seja, o quanto de conhecimento e raciocínio sobre este conhecimento são necessários e o nível da concorrência. Esses são os elementos centrais daquilo que se pode entender por dificuldade.

Pergunta simples: há diferença entre o concurso para técnico judiciário e magistrado? A resposta é óbvia, e a proporção da diferença entre o nível e profundidade dos conhecimentos exigidos estão na proporção da dificuldade e responsabilidade exigidos entre as duas funções e o número de vagas disponíveis entre uma e outra função. Nem é preciso dizer que existem mais técnicos judiciários do que magistrados no país.

Essas distinções encontram um direto reflexo nos respectivos processos seletivos, e devem gerar algumas observações, tomando a hipótese acima como exemplo:

1 – O futuro concurseiro tem noção de suas reais potencialidades?

2 – Tem ciência do quanto precisa aprender e disposição para tal, envolvendo aqui tempo, dinheiro e esforço para ser aprovado?

3 – Sabe aonde quer chegar?

Vamos ser honestos: nós sabemos que nem todo candidato reúne as condições necessárias para ser aprovado, seja porque lhe falta força de vontade e persistência para tanto, seja porque teve uma base educacional precária, e isso se revela na hora de adquirir mais conhecimento a ser constituído sobre essa base prévia, ou as demandas imediatas da vida, como ter de se sustentar ou a sua família lhe rouba tempo e energia para dedicar aos estudos, ou porque não tem puramente a inteligência necessária para atingir a meta pretendida (falo em inteligência valendo-me de um conceito muito genérico em função de sequer existir um conceito pleno quanto ao que é inteligência).

Muitos atribuem aos concursos públicos o apodo de “guerra”. Não é uma guerra, não considerando a disputa entre os candidatos em si, e sim disputa interna do candidato. Um embate dele consigo mesmo para atingir o patamar da aprovação.

E aqui entre o conceito de concorrência.

Poderíamos dizer que concorrência, em concursos públicos, nada mais é do que a demanda de um determinado número de candidatos, atuando de forma totalmente independente, por um determinado número de vagas, cada qual utilizando de diferentes instrumentos de preparação para atingir um objetivo em comum: a vaga ofertada pelo Poder Público.

A concorrência pode ser negativa, quando há mais vagas do que candidatos (então seria necessário aos candidatos atingirem uma pontuação pré-determinada pelo edital Como necessária para o preenchimento da vaga), ou positiva, quando há mais candidatos do que vagas, e aqui a pontuação necessária é maior do que a determinada pelo edital, pois o conjunto de candidatos eleva a pontuação necessária para a aprovação.

Na minha visão a concorrência não é direta, e sim reflexa. Reflexa porque o conjunto de candidatos estabelece tão somente o PATAMAR de conhecimento necessário para se lograr a aprovação, e não necessariamente uma disputa direta vaga por vaga.

Essa percepção é verdadeira?

Muitos podem discordar, e teriam, sem dúvida, bons argumentos para tanto. Afinal, a concorrência é algo real. Trata-se tão somente de uma percepção.

De uma forma ou de outra, a solução para superar a concorrência NUNCA é externa. Não há um embate real, nem mesmo em um plano intelectual. A concorrência apenas delimita o patamar a ser atingido NO PROCESSO SELETIVO, e conseguir alcançar tal patamar é algo que depende exclusivamente do candidato.

Essa é uma visão mais confortável, pois retira em parte a pressão criada pelo concurso, e faz o candidato se importar única e exclusivamente com ele mesmo. Não é preciso pensar nos outros, e sim no quanto ele mesmo precisa aprender.

E quando a solução está nas próprias mãos, é mais fácil providenciar uma solução.

Só a título ilustrativo poderíamos falar rapidamente do recente concurso para juiz de Direito ocorrido na Bahia, no qual NENHUM candidato conseguiu passar da terceira etapa de uma seleção com cinco fases:

“”Após a primeira prova, em dezembro de 2012, sobraram 300 pessoas para a segunda etapa. Na terceira etapa, quando apenas 61 pessoas concorriam, a prova exigia a redação de uma sentença sobre prazos processuais e incorporação de gratificações. A nota mínima exigida era seis, mas nenhum candidato conseguiu mais do que cinco, segundo o Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT-5).

Danilo Gaspar foi um dos candidatos que fizeram a prova. Com cinco anos de formatura, o advogado afirma que até agora não entendeu a eliminação de todos os concorrentes.

“A prova de sentença é uma prova muito grande, muito complexa e que só pode ser feita a mão, em um prazo de quatro horas. Dentro desse contexto, espera-se também que a correção leve em conta todos esses fatores”, defende o candidato.

O concurso para juiz do Trabalho pretendia preencher nove vagas que existem na Bahia para reforçar a demanda dos cerca de 1.500 processos que dão entrada todos os anos na Justiça pelo estado.

O salário inicial de um juiz trabalhista chega a R$ 14 mil, sem gratificações. Andrea Presa,  presidente da Associação dos Juízes do Trabalho (Amatra-5), reagiu com naturalidade ao resultado e citou possíveis soluções para a falta de juízes.

“Se esse resultado se confirmar, o Tribunal poderá abrir edital de remoção para que outros magistrados de outras regiões venham para suprir e abrir um outro edital desse concurso”, relatou.

Taíse Bandeira, presidente da comissão de concursos da Ordem dos Advogados do Brasil na Bahia (OAB-BA), aponta que os candidatos reprovados podem tentar reverter o resultado das provas na Justiça comum e que muitos deles já enviaram documento para a entidade  reclamando da dificuldade da prova.

“A reclamação era dizendo que o espelho da prova não era condizente que uma pessoa que estava pleiteando o cargo de juiz, que aquilo era uma avaliação inicial”. Segundo ela, a OAB teve um representante que acompanhou e corrigiu a prova, que estaria condizente com o cargo pleiteado pelos candidatos.

Fonte: G1

Pergunta: os candidatos perderam para os concorrentes ou perderam para a banca? Ou melhor – não teriam perdido para si mesmos?

Claro que isso não se aplicaria a todos os concursos, mas é muito melhor, como afirmei antes, se preocupar consigo mesmo do que com os outros.

Então aqui nós temos, em seus termos mais basilares, a delimitação do grau de dificuldade a ser enfrentado. Dessa conceituação o futuro concurseiro deve refletir: qual a melhor escolha agora?

Estamos falando de um projeto de médio ou longo prazo? Concursos em que exigem um curto prazo de estudos ou não existem ou não são exatamente adequados para as pretensões de um concurseiro da área jurídica com um diploma na mão.

A melhor escolha envolve duas reflexões extras, além daquele que envolve a dificuldade em si. Quais sejam: quanto se deseja receber em termos de remuneração e qual o projeto de vida pessoal envolvido na escolha do respectivo ofício.

Vamos dar uma olhada na média salarial praticada em uma série de concursos públicos. Antes faço uma ressalva: não são valores exatos. A realidade varia em conformidade com a realidade das diferentes unidades e poderes da federação:

Técnico Judiciário: +/- 4 mil reais iniciais

Analista judiciário: = +/- 7 mil reais iniciais

Procurador de município: depende do município. Vai de 980 até 10 mil reais.

Procurador de Estado: talvez o melhor concurso público do país. Na maioria dos casos, também pode advogar. Salários a partir de 14 mil reais.

Procurador Federal:  salário de 15 mil reais

Magistratura estadual: entre 10 e 16 mil reais

Magistratura Federal: 23 mil reais

Promotor de Justiça: de 12 a 20 mil reais.

Procurador da República: o concurso público mais difícil do país. Vencimentos de 24 mil reais.

Qual o melhor concurso? O que paga melhor? O que dá mais prestígio? O que tem a menor carga de trabalho? O que permite, naquele momento, dar uma segurança financeira para se projetar o próximo passo?

Sim! A ambição precisa se adequar a uma estratégia e às circunstâncias pessoais do concurseiro.

Hoje o objetivo pode ser um, amanhã, outro, quando uma determinada segurança for obtida.

Este texto tem uma finalidade clara: provocar a reflexão. A partir daqui um “mapa do caminho” precisa ser traçado, de preferência contendo objetivos claros e, acima de tudo, factíveis, levando em conta os sonhos e as condições pessoais de vida do candidato.

É o primeiro passo a ser tomado, e, tirando a força de vontade para aprender, o mais significativo.

Reflitam!

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Categoria: Editais

Terminam hoje as inscrições para o concurso do TJ-CE! Compensa se inscrever sem estar preparado?

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tjce

Hoje é o último dia do prazo de inscrição para o concurso de Analista e Técnico Judiciário do TJCE!

Edital

Link de inscrição

A taxa de inscrição poderá ser paga até o dia 10 de abril, nos seguintes valores:

a) nível superior: R$ 100,00.
b) nível médio: R$ 60,00.

Vamos dar uma olhadinha nos cargos e vagas disponíveis:

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A aqui fica uma pergunta: você está iniciando seu projeto de preparação para os estudos, ou ainda não se sente no ponto, e fica se perguntando se compensa fazer esta prova, marcada para o dia 11 de maio de 2014, ou seja, menos de 2 meses.

Vamos ser honestos: em dois meses não dá para se preparar adequadamente e enfrentar a concorrência, que vêm se preparando e fazendo provas há muito mais tempo.

Notem bem! Estou falando da concorrência QUALIFICADA e não do total de inscritos, cujo número ainda é desconhecido.

Aqui podemos fazer uma interessante ponderação. Ser aprovado em um concurso demanda tempo, algum investimento e BAGAGEM.

O que é a bagagem?

É a experiência em provas anteriores, incluindo aí não só o controle emocional mas como o próprio fato de fazer a prova. Simplesmente é começar a “pegar o ritmo” e ir, ao longo de alguns concursos, sentindo a evolução do próprio desempenho. Em algum momento, com a progressão dos estudos e do desempenho o candidato entra naquilo que podemos chamar de “zona de aprovação” e é finalmente chamado em algum concurso.

Mas isso demanda tempo, o devido planejamento e, claro, estratégia.

Portanto, se você tem na mira um concurso para analista judiciário, em especial para tribunais de Justiça, compensa se inscrever e começar sua jornada em busca do seu espaço no serviço público.

Reflita com calma e faço uma escolha, mas escolha logo, pois as inscrições terminam hoje!

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Categoria: Notícias

Justiça obriga TRT da 3ª Região a devolver 343 servidores irregulares a prefeituras

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O juiz da 14ª Vara da Justiça Federal em Belo Horizonte condenou o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 3ª Região a devolver imediatamente os servidores irregularmente requisitados de prefeituras mineiras.

A sentença foi proferida em ação pública ajuizada pelo Ministério Público Federal em outubro do ano passado. Na ação, o MPF sustentou que o TRT realizava convênios com prefeituras mineiras para cessão de servidores, violando a norma constitucional da obrigatoriedade do concurso público para provimento de cargos públicos. Segundo o MPF, várias pessoas contratadas pelo TRT eram “apadrinhados políticos e parentes de juízes e servidores do alto escalão do tribunal“.

As denúncias chegaram ao conhecimento da Procuradoria da República em Minas Gerais por meio de representações encaminhadas pelo Ministério Público do Trabalho. Trezentos e quarenta e três servidores, entre filhos, irmãos e cônjuges, foram requisitados de prefeituras mineiras pelo Tribunal. Para dar aparência de legalidade aos atos de requisição, o TRT firmou convênios com 90 prefeituras, por meio dos quais os municípios se comprometiam a ceder funcionários ocupantes de cargo efetivo do quadro de pessoal da Prefeitura para prestarem serviço nos órgãos da Justiça do Trabalho.

Em alguns casos, o requisitado até prestava concurso em prefeituras do interior, mas, antes mesmo de tomar posse, já era colocado à disposição do Tribunal. Na maioria das situações investigadas, entretanto, o que ocorria era a contratação sem concurso de determinadas pessoas por pequenos municípios, que eram colocadas imediatamente à disposição do Tribunal, não chegando a prestar um único dia de serviço aos municípios contratantes.

Desvio de finalidade – Na decisão, o juiz, embora considerando regulares os convênios, entendeu que, de fato, houve desvio de finalidade, já que isso ocorre “quando o administrador busca fins diversos dos almejados pela lei ou se utiliza de motivos e meios imorais“. E afirmou que, “ao examinar as cessões havidas por diversos dos municípios que firmaram convênio com o TRT-3a. Região, dúvidas não tenho de que houve desvio de finalidade quando se cederam servidores para terem exercício em varas que não tinham jurisdição sobre o território do município cedente”, acrescentando que as cessões somente seriam legítimas se resultassem em proveito para a comunidade financiadora da cessão, pois esta, além de abdicar da força de trabalho e competência do servidor, ainda arca com os ônus decorrentes de sua remuneração.

Outra irregularidade apontada pelo juiz baseia-se no fato de que a cessão do servidor municipal para ter exercício em localidade completamente diferente de onde tem domicílio revelar-se-ia desarrazoada, “porque implicará deslocamentos e gastos não só para as administrações envolvidas, mas também para o próprio servidor”.

Por fim, a decisão judicial chama a atenção para a “flagrante violação ao princípio da moralidade, pois que vários dos servidores requisitados/cedidos eram parentes ou de servidores-dirigentes do TRT-3a. Região ou de juízes/desembargadores deste tribunal“.

Com estas considerações, o juiz declarou “nulas as requisições/cessões, presentes e futuras, quando se requisitaram/cederam servidores de um município para ter exercício em vara trabalhista, cuja jurisdição não se estendia ao cedente, ou mesmo na sede do tribunal”. E determinou que “os servidores que se enquadrarem nessa situação, deverão ser, imediatamente, devolvidos aos órgãos/municípios cedentes, sob pena de responsabilidade conjunta, civil, administrativa e criminal, do presidente do TRT-3a. Região e dos prefeitos municipais envolvidos”. Por fim, ao elencar nominalmente 94 servidores em situação irregular, acrescentou que tal enumeração “não é exaustiva e não exime de responsabilidade os dirigentes do TRT-3a. Região de, identificados outros casos, prontamente, cumprirem o que por esta (a sentença) restou determinado”.

Em caso de descumprimento, os servidores ficarão sujeitos à devolução da remuneração recebida a partir da data da sentença e ao pagamento de multa diária no valor de dois mil reais, e as autoridades às sanções administrativas e criminais previstas em lei e à mesma multa imposta aos cedidos.

Nº da ação pública: 2006.38.00.033634-5

Fonte: MPF/MG

Esse é um exemplo perfeito e acabado do famoso “jeitinho brasileiro” para dar, exatamente, um jeitinho na “situação” de quem não consegue passar em um concurso público pela porta da frente.

Pior! Tudo patrocinado por quem deve aplicar em concreto a lei!

Daqui podemos fazer duas observações.

A primeira é técnica, útil para concursos, sobre os princípio que regem a administração. Interessante observar que o magistrado da causa não considerou os convênios irregulares, mas sim que houve desvio de finalidade, quando o agente pratica o ato visando a fim diverso daquele previsto, explícita ou implicitamente e também violação ao Princípio da Moralidade.

Por outro lado, isso pode ensejar, no futuro, em um concurso para o TRT da 3ª Região, pois esse processo de requisições deve ser antigo e o número de pessoas a serem devolvidas é bastante considerável: 434 servidores!

Evidentemente a AGU vai recorrer e a solução final ainda vai demorar, mas já há posicionamento do CNJ neste sentido e dificilmente, creio, a decisão será reformada.

Quem estuda para técnico e analista judiciário deve portanto ficar de olho porque a oportunidade provavelmente surgirá. Não agora e nem no próximo ano, mas surgirá.

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Vamos falar de concursos públicos?

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Mais um blog sobre concursos?

O universo de concursos públicos conta com uma ampla gama de conteúdo relevante para os concurseiros, com muitos sites, blogs, redes sociais dedicados a este tema. Tem muita coisa boa e outras nem tão boas assim.

E tem muito conteúdo e atenção porque os concursos públicos formam, evidentemente, um mercado, e todo mercado gira dinheiro.

Vejam só alguns números impressionantes desta realidade, coletados da Associação Nacional de Proteção e Apoio aos Concursos - Anpac:

1 – Os concursos públicos movimentam cerca de R$ 30 bilhões todos os anos no país;

2 – Entre 2002 e 2010 o aumento real médio dos salários dos servidores públicos foi de 75% Na iniciativa privada o reajuste médio real foi de 9%

3- Estima-se que cerca de 10 milhões de brasileiros estejam se preparando para disputar um concurso público nos próximos 12 meses.

4 – Os salários oferecidos no setor público variam desde o mínimo até R$ 20,9 mil

5 - Um estudante de cursos preparatórios para concursos gasta, em média, de R$ 10 mil por ano para se preparar

6 - 12% das pessoas empregadas no Brasil estão no serviço público. O Brasil tem 5.3 servidores públicos para cada mil habitantes.

É ou não impressionante?

Sim, é, e o é porque os concursos públicos hoje asseguram não só a famosa e desejada estabilidade na carreira como também propicia um rendimento significativo aos servidores, jogando-os, logo após a aprovação, naquilo que chamamos de classe média ou mesmo classe média-alta.

Ser aprovado significa se tornar financeiramente independente.

Então por que este novo blog, este novo projeto?

Talvez vocês me conheçam como editor do Blog Exame de Ordem e me identifiquem exatamente com a prova da OAB.

Sim! O Blog Exame de Ordem fará, no próximo dia 13 de abril, 6 anos de existência. Ele foi criado quando ninguém falava nada sobre a OAB, ainda no início do processo de unificação, e se consolidou como fonte de orientação e informação para os candidatos. Dele nasceu o Portal Exame de Ordem, a maior referência hoje no assunto.

Um belo dia surgiu o questionamento: por que não dar aos concursos públicos a mesma abordagem empregada no Exame de Ordem: pragmática, objetiva, consistente e instrutiva?

Desafio feito, desafio aceito!

O universo dos concursos públicos é bem mais abrangente, complexo e rico se comprado com o Exame de Ordem, e há muito, muito mesmo o que explorar. Este novo blog terá como prioridade a abordagem de estratégias de estudo e de preparação, além de informações pontuais e análises dos mais variados concursos, com foco, em especial, nos seguintes concursos:

1 – Agente e Delegado de Polícia;

2 – Técnico e Analista de Tribunais;

3 – Concursos de nível médio dentro do espectro de interesse.

E, tal como o Exame de Ordem, também procurarei mantê-los atualizados com as notícias mais quentes sobre este universo, para as oportunidades serem aproveitadas da melhor forma!

Agora, por outro lado, e também diferentemente do Exame de Ordem, o ambiente dos concursos é muito mais “selvagem”, pois aqui sim o termo CONCORRÊNCIA é aplicável.

É uma realidade mais agressiva!

Estratégias, planejamento, metodologia, preparo emocional e motivação são elementos fundamentais e devem ser trabalhos até o limite, pois não basta mais vencer a banca, e sim vencer os concorrentes. Mais do que isso até, trata-se verdadeiramente de vencer a si mesmo.

Este é, portanto, o conceito deste novo projeto: um instrumento de orientação SÉRIA para os concurseiros. Não haverá venda de ilusões, facilidades, milagres ou utopias. A realidade será mostrada tal como ela é, pois é um princípio de trabalho meu ser não só intelectualmente honesto como também passar as informações da forma mais honesta possível.

Leva-se tempo para se construir uma relação com o leitor e uma credibilidade quanto ao conteúdo, mas a vontade de realizar este trabalho é a mola propulsora deste novo desafio.

renato saraiva

Falei mais acima de mercado, de renda e de dinheiro, mas nisto, neste projeto, assim como no Projeto do Blog Exame de Ordem, antes disto, está o prazer em ajudar vocês, e é essa a principal motivação por detrás do Blog CERS!

Aliás, esta é a própria razão de ser daquelas que trabalham no Complexo de Ensino Renato Saraiva: ensiNar e orientar por VOCAÇÃO!

Vamos começar? Temos muito, mas muito mesmo para conversar!

Como diz o professor e mentor Renato Saraiva, “vamos juntos!”

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