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Envolvido na morte do índio Galdino entra na justiça e tenta vaga após exclusão no concurso da Polícia Civil do DF

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Após ter sido reprovado concurso da Polícia Civil do Distrito Federal, na fase de avaliação de vida pregressa e investigação social, um dos envolvidos na morte do índio Galdino impetrou um mandado de segurança no TJDFT na tentativa de reverter a exclusão.

O então menor G.N.A.J. tem como patrono o presidente da OAB/DF, Dr. Ibaneis Rocha Barros Junior. O mandado de segurança foi impetrado na última sexta-feira na 5ª Vara de Fazenda Pública do TJDFT.

Ele tenta reverter a decisão da PCDF após ter sido reprovado na última etapa do concurso. Há precedente, do STJ, quanto a sua situação, e a probabilidade da decisão ser reformada é grande.

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Na época do crime, G. tinha 17 anos. Era o único adolescente entre os suspeitos.

O crime foi cometido no dia 20 de abril de 1997, quando 5 e mais 4 rapazes da classe média de Brasília atearam fogo no índio pataxó Galdino Jesus dos Santos, de 44 anos, que dormia em uma parada de ônibus na Asa Sul.

Um homem que passava pelo local anotou o numero da placa do carro dos jovens e entregou à polícia. Horas depois, Galdino morreu. Ele teve 95% do corpo queimado – o fogo só não atingiu a parte de trás da cabeça e a sola dos pés.

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