Categoria: Concursos no horizonte

DPU aguarda autorização para lançar novo concurso público com mais de 2 mil vagas

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Fachada_DPU

A Defensoria Pública da União (DPU) está aguardando aval para realizar um novo concurso público com 2.751 vagas para os cargos de técnico e analista de nível médio e superior, respectivamente. De acordo com o projeto de lei 7922/14 que atualmente tramita na Câmara dos Deputados, o objetivo é contratar novos servidores ou aproveitar os remanescentes do último concurso, ainda vigente, além de reestruturar plano de carreira e definir remunerações.

Atualmente, a DPU não conta com um quadro permanente de servidores, no entanto, após o Governo promulgar a Emenda Constitucional 74, o órgão passou a ter autonomia funcional e administrativa, permitindo assim a contratação de pessoal através de concursos públicos.

De acordo com a justificativa da proposta, hoje a Defensoria possui 1.163 servidores e mais de 2 mil estagiários. Os demais cargos de natureza administrativa foram preenchidos através do primeiro certame para o órgão realizado em 2010.

Esta será uma excelente oportunidade para quem pretende ingressar na carreira pública que conta com diversas vantagens, tais como estabilidade, bons salários, plano de carreira, além da garantia de uma boa aposentadoria.

A proposta, em caráter conclusivo, será analisada em regime de prioridade pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Apesar da proposta estar em fase avançada de análise, concursos para a DPU deverão demorar um pouco. E esta é a hora do concurseiro adotar uma postura visionária. O tempo, neste caso, será fator determinante para alcançar a aprovação. O candidato terá, no mínimo, um ano até que novos concursos sejam lançados. Ou seja, este lapso temporal será mais que suficiente para um preparo consistente.

E como se preparar da melhor forma?

Existe um relativo consenso de que o processo de estudo envolve uma série de abordagens distintas do conteúdo a ser estudado para formar aquilo que é denominado como “memória profunda”, ou seja, quando a informação fica sedimentada no cérebro e é facilmente resgatável no momento de uma prova, por exemplo.

Para isto é preciso estudar com método, envolvendo a leitura de uma doutrina ou acompanhamento de uma aula seguida da resolução de exercícios (treino), exatamente para fixar os conceitos.

Ler é um processo de apreensão de conteúdo, resolver um exercício é um processo de verificação e  evocação deste conteúdo. Errar na resolução de um exercício, por exemplo, é um processo de verificação e correção. Fazer um resumo após o estudo é um processo de evocação e sedimentação do que foi estudado.

Apesar do edital ainda não ter sido publicado, o candidato poderá estudar a partir do conteúdo programático do concurso anterior que não deverá sofrer alterações substanciais, principalmente em relação às disciplinas de conhecimentos gerais.

Confiram o edital do concurso anterior clicando aqui

Não percam tempo iniciem já os estudos!

Com informações do Jcconcursos

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