Categoria: Concorrência, Curiosidades, Cursos

As agruras dos concursos para magistratura

comentários Compartilhe:

hammer

Concursos para ingresso na carreira da magistratura em todo país vem causando temor aos candidatos que sonham com uma vaga. Um alto índice de reprovação vem sendo observado em tribunais de todo país, como exemplo do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT) que lançou concurso para provimento de 92 vagas, mas, apenas 7 conseguiram chegar na etapa final. O concurso foi realizado pelo Cespe/UnB e eliminou desde a primeira fase 4.355 inscritos, causando um decréscimo na concorrência de 99,8%. Ou seja, das 20 vagas inicialmente oferecidas, 13 ficaram fora da disputa.

Essa carência de aprovados vem ocorrendo também em outros concursos como do Tribunal de Justiça do Pará (TJ-PA), Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM) e do Tribunal Regional Federal da 5ª Região. No último certame realizado pelo Tribunal Regional do Trabalho do Estado da Bahia (TRT-BA), dos 2,6 mil inscritos para concorrer a uma das sete vagas, ninguém se classificou.

Segundo informações do coordenador de turmas jurídicas, Thiago Pugsley, é comum haver um número de aprovações inferior ao número de vagas ofertadas.

“Já é costume que concursos para magistratura tenham menos aprovados do que o quantitativo de vagas, é um histórico recorrente que colabora para que o concurso se torne um mito. Já vi candidatos muito bem preparados passarem para cargos de nível mais difícil, como de procurador da República, porém não são aprovados para juiz. É por conta da reprovação em massa que praticamente todo ano tem concurso para magistratura”.

Outro problema é a morosidade na conclusão do certame que, segundo o coordenador, agrava e muito a situação. São muitas fases, demora demasiada no lançamento das notas e atraso injustificado na divulgação dos resultados.

O juiz da 8º vara Cível do TJDFT, Fabrício Carata, relata que é uma característica dos concursos para magistratura, o número de aprovados não suprir o quantitativo de vagas disponíveis. O magistrado foi aprovado em 13º lugar no concurso do tribunal no ano de 2012 após tentar 5 vezes. Neste mesmo concurso foram ofertadas 89 vagas, entretanto, apenas 29 candidatos foram aprovados.

“Não é que o concurso queira parecer o mais difícil de todos, mas magistratura é vocação. É obvio que um juiz tem que ter uma visão geral sobre todos os ramos do direito. No DF, por exemplo, a cada mês o magistrado pode estar numa vara diferente, o que exige um bom preparo dos candidatos. Certamente, durante a atual seleção do TJDFT, outras vagas, além das oferecidas no edital, foram abertas devido ao falecimento, aposentadoria e ao êxodo de juízes para outras carreiras”.

O Centro de Seleção e de Promoção de Eventos (Cespe/UnB), responsável por pelo menos 4 concursos destes acima relacionados, assume que o grau de complexidade das provas é extremamente alto. Entretanto, argumenta que os critérios de avaliação, conteúdo programático e critérios de eliminação, são estabelecidos pela Resolução nº 75 do Conselho nacional de Justiça (CNJ) e devem ser cumpridos.

O CNJ, por meio do conselheiro Guilherme Calmon, informa que um levantamento realizado pelo órgão mostra que de fato o nível de aprovação em concursos para a magistratura é muito baixo, o que acaba causando morosidade na Justiça Brasileira.

“O concurso da magistratura precisa ser, de fato, mais rigoroso devido à natureza de decisão do cargo. Mas, entendemos que ainda há problema na base de formação precária dos candidatos, apesar de muitos já serem advogados e servidores. Por outro lado, o que é cobrado pelas bancas é muito distante da prática de um juiz em alguns casos. Existe essa preocupação, mas as organizadoras não integram a magistratura e não têm exata noção da necessidade da carreira. O perfil dos candidatos aprovados nem sempre é o que precisamos.”

Segundo o conselheiro, uma proposta que altera a resolução visando criar um concurso nacional para a magistratura foi encaminhada ao CNJ e aguarda deliberação. De acordo com o projeto, a execução das fases dos concursos ficariam a cargo de uma escola nacional e não de organizadoras terceirizadas.

Com informações do CorreioWeb

Como conquistar uma vaga com tamanho grau de dificuldade?

Cumprir todas as etapas do certame e conquistar a tão sonhada vaga para juiz, de fato, não é para qualquer concurseiro. Para concorrer ao cargo, o candidato deve, além de ser bacharel em direito e possuir no mínimo 3 anos de atividade jurídica, ter um perfil adequado. Não é como todo e qualquer concurso que exige (apenas) disciplina e dedicação. Talvez, a palavra mais adequada seria RENÚNCIA, caso o candidato queira ter alguma chance, ainda que remota, de ser aprovado no concurso.

Há vários relatos de juízes acerca do que passaram para chegar onde estão. Muitos abandonaram trabalho, família, outros, chegaram a conciliar o labor com os estudos, mas abdicaram das preciosas horas de sono. E quase a totalidade diz não se arrepender após conquistarem o cargo.

Especificamente, a carreira de juiz não é atrativa apenas pelo status e pelos salários que oferece, acima dos R$20 mil reais. Grande parte dos candidatos que almejam a carreira vislumbram a realização de um sonho.

Muito bem, e como se preparar para ter chances REAIS de aprovação? ESTUDAR MUITO!

Além da importância de se elaborar um planejamento de estudos adequado, buscar materiais de qualidade, bibliografias e cursos específicos direcionados a este tipo de concurso faz toda a diferença.

O CERS cursos online disponibiliza vários cursos específicos para a área da magistratura e conta com uma equipe altamente qualificada e experiente no assunto, composta por juízes, promotores e procuradores. Esses cursos visam preparar os candidatos para a primeira fase dos concursos da Magistratura por meio de uma abordagem teórica do conteúdo essencial exigido em tais certames em relação às disciplinas jurídicas.

Confiram abaixo alguns deles:

CURSO PARA A MAGISTRATURA DO TRABALHO E O MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO 2014

Este curso é composto por 145 encontros, sendo 02 horas por encontro, divididas em blocos com 30 minutos, conforme cronograma abaixo:

curso magistratura TRT

Valor Normal: R$ 2.320,22 (dois mil, trezentos e vinte reais e vinte e dois centavos).

Além deste, outros cursos encontram-se disponíveis no portal. Confiram abaixo alguns deles:

CURSO DE DIREITO PROCESSUAL DO TRABALHO PARA CONCURSOS DA MAGISTRATURA DO TRABALHO E DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO 2014 – PROFS. ARYANNA MANFREDINI E ÉLISSON MIESSA – (DISCIPLINA ISOLADA)

CURSO DE DIREITO PROCESSUAL CIVIL PARA CONCURSOS DA MAGISTRATURA DO TRABALHO E DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO 2014 – PROF. MAURÍCIO CUNHA – (DISCIPLINA ISOLADA)

CURSO DE DIREITO CONSTITUCIONAL PARA CONCURSOS DA MAGISTRATURA DO TRABALHO E DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO 2014 – PROFS. – EDEM NÁPOLI E FLÁVIA BAHIA (DISCIPLINA ISOLADA)

Não percam tempo e comecem desde já a se preparar para a tão sonhada carreira da magistratura!

Bons estudos!!

comentários Compartilhe:

Posts Relacionados