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Após aprovação em concurso, polícia barra condenado por matar o índio Galdino

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galdino

Ontem publiquei um texto sobre a possibilidade de um dos condenados pela morte do índio Galdinoser efetivado nos quadros da Polícia Civil do Distrito Federal por ter sido aprovado, até então, em todas as etapas do concurso público para agente de polícia.

Concurso público e avaliação de vida pregressa em tela: jovem envolvido no assassinato do índio Galdino pode se tornar policial

Ainda ontem a Polícia Civil do DF informou, segundo matéria do G1, que o candidato G.N.A.J., condenado em 2001 pela participação no assassinato de Galdino, foi REPROVADO administrativamente na etapa de sindicância de vida pregressa e investigação social.

Este anúncio foi feito após a repercussão da aprovação G.N.A.J. nas demais etapas do concurso. Ele já havia sido aprovado nas provas objetiva, física, médica, psicológica e toxicológica.

Vejamos o trecho do edital que trata da avaliação da vida pregressa do candidato:

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Duas perguntas:

1 – a decisão foi justa?

2 – a decisão foi legal?

Podemos debater o tema de forma intensa, em especial por conta da presunção de que G.N.A.J. já pagou pelo seu crime e estaria reabilitado. Ontem mesmo publiquei uma decisão que vai neste sentido:
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Mas, por outro lado, sua idoneidade moral seria efetivamente inatacável, mesmo após pagar pelo que fez?

Para a Polícia do Distrito Federal, ele não merece compor seus quadros, e ela agiu dentro dos limites do edital. É muito provável que G.N.A.J. busque o judiciário e essa história se estenda por muito mais tempo.

E vocês? O que acham disto?

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